Edivaldo Gomes pede exames gratuitos de ressonância 

Em pronunciamento na Câmara Municipal de Ji-Paraná (CMJP), o vereador Edivaldo Gomes (PSB) afirmou que faz o levantamento de clínicas interessadas em realizar exames de ressonância magnética, por meio de convênio, com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesau).

Texto: Jairo Ardull/Foto: Marcos Gomes
Publicada em 10 de agosto de 2017 às 10:46
Edivaldo Gomes pede exames gratuitos de ressonância 

Ji-paraná, Rondônia - Em pronunciamento na Câmara Municipal de Ji-Paraná (CMJP), o vereador Edivaldo Gomes (PSB) afirmou que faz o levantamento de clínicas interessadas em realizar exames de ressonância magnética, por meio de convênio, com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesau).

De acordo com Edivaldo Gomes, na semana passada foram mantidos contatos com o secretário estadual adjunto da Sesau, Luiz Eduardo Maiorquim, em Porto Velho, para que o município ofereça exames de ressonância magnética custeados pelo governo estadual.

“Foram feitos lotes de licitação para compra dos exames da rede privada. Nós tivemos uma licitação ‘vaga’ em Ji-Paraná. Por isso, não se contratou exames de ressonância magnética. Entretanto, ele [secretário] me pediu um levantamento das clínicas que já realizam o exame aqui na cidade”, disse.

“Como, por duas vezes, a licitação deu vaga, há legalidade por parte do poder público em credenciar clínicas particulares, desde que atendam critérios e normas técnicas do Ministério da Saúde. O estado está disposto a contratar, via Sistema Único de Saúde (SUS), os exames de ressonância magnética”, assegurou Edivaldo Gomes.

No entanto, o vereador ji-paranaense alertou para o fato de o preço do exame pago pelo SUS estar abaixo do valor de mercado.  Ele aguarda o engajamento de empresários do setor para que as ressonâncias magnéticas possam ser oferecidas gratuitamente à população carente.  

Os exames por imagem são empregados quando há suspeita de fraturas, lesões, tumores ou outras condições adversas em órgãos internos de um paciente. A ressonância magnética é padrão “ouro” para investigação dessas doenças, porém esbarra no preço do exame e do equipamento para montar o serviço.

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