79,54% da população de Rondônia integra as classes A, B e C

Entre 2022 e 2024, estado ampliou de 70,44% para 79,54% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República - Publicada em 22 de janeiro de 2026 às 14:49

79,54% da população de Rondônia integra as classes A, B e C

De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Rondônia registrou um aumento de 9,1 pontos percentuais na participação das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 70,44% para 79,54% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”
Wellington Dias
Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.

INTEGRAÇÃO - A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.

79,54% da população de Rondônia integra as classes A, B e C

Entre 2022 e 2024, estado ampliou de 70,44% para 79,54% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Publicada em 22 de janeiro de 2026 às 14:49
79,54% da população de Rondônia integra as classes A, B e C

De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

Rondônia registrou um aumento de 9,1 pontos percentuais na participação das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 70,44% para 79,54% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”
Wellington Dias
Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.

INTEGRAÇÃO - A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.

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