ABI denuncia ameaças contra jornalista Luciana Oliveira do Brasil 247

Entidade repudia ataques à repórter do Brasil 247 na Amazônia e pede ação de órgãos de direitos humanos

Fonte: Brasil 247 - Publicada em 08 de maio de 2026 às 17:20

ABI denuncia ameaças contra jornalista Luciana Oliveira do Brasil 247

Conteúdo postado por:

Redação Brasil 247

247 - A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), por meio da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos, divulgou uma nota pública em que denuncia e repudia os ataques dirigidos à jornalista Luciana Oliveira, repórter do Brasil 247 na Amazônia, em Rondônia. A manifestação da entidade alerta para a escalada da violência contra a profissional, que passou a ser alvo de ameaças explícitas de morte.

Segundo a ABI, os ataques contra Luciana Oliveira começaram com tentativas de desqualificação intelectual e objetificação sexual, mas evoluíram para ameaças mais graves em razão do trabalho jornalístico desenvolvido pela repórter. A entidade afirma que a jornalista tem incomodado “os setores mais reacionários e potencialmente criminosos do Estado” por sua atuação em defesa da democracia e dos direitos humanos.

Na nota, a ABI destaca que Luciana Oliveira é uma “defensora intransigente da democracia e dos direitos humanos” e ressalta que a escalada das agressões representa um grave atentado à liberdade de imprensa e à integridade física da profissional.

A associação também fez um apelo para que entidades nacionais e órgãos públicos voltados à proteção dos direitos humanos acompanhem o caso e atuem conjuntamente para garantir a segurança da jornalista.

“Diante da gravidade da situação, conclamamos as entidades nacionais e os órgãos públicos voltados à defesa dos direitos humanos a se inteirarem desses fatos e se juntarem à ABI na busca por proteção da integridade física da jornalista e do seu trabalho”, afirma a entidade na nota.

A ABI ainda defendeu a responsabilização dos autores das ameaças e reforçou a necessidade de combate à violência contra profissionais da imprensa, especialmente em regiões marcadas por conflitos sociais e pressões políticas.

ABI denuncia ameaças contra jornalista Luciana Oliveira do Brasil 247

Entidade repudia ataques à repórter do Brasil 247 na Amazônia e pede ação de órgãos de direitos humanos

Brasil 247
Publicada em 08 de maio de 2026 às 17:20
ABI denuncia ameaças contra jornalista Luciana Oliveira do Brasil 247

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247 - A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), por meio da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e dos Direitos Humanos, divulgou uma nota pública em que denuncia e repudia os ataques dirigidos à jornalista Luciana Oliveira, repórter do Brasil 247 na Amazônia, em Rondônia. A manifestação da entidade alerta para a escalada da violência contra a profissional, que passou a ser alvo de ameaças explícitas de morte.

Segundo a ABI, os ataques contra Luciana Oliveira começaram com tentativas de desqualificação intelectual e objetificação sexual, mas evoluíram para ameaças mais graves em razão do trabalho jornalístico desenvolvido pela repórter. A entidade afirma que a jornalista tem incomodado “os setores mais reacionários e potencialmente criminosos do Estado” por sua atuação em defesa da democracia e dos direitos humanos.

Na nota, a ABI destaca que Luciana Oliveira é uma “defensora intransigente da democracia e dos direitos humanos” e ressalta que a escalada das agressões representa um grave atentado à liberdade de imprensa e à integridade física da profissional.

A associação também fez um apelo para que entidades nacionais e órgãos públicos voltados à proteção dos direitos humanos acompanhem o caso e atuem conjuntamente para garantir a segurança da jornalista.

“Diante da gravidade da situação, conclamamos as entidades nacionais e os órgãos públicos voltados à defesa dos direitos humanos a se inteirarem desses fatos e se juntarem à ABI na busca por proteção da integridade física da jornalista e do seu trabalho”, afirma a entidade na nota.

A ABI ainda defendeu a responsabilização dos autores das ameaças e reforçou a necessidade de combate à violência contra profissionais da imprensa, especialmente em regiões marcadas por conflitos sociais e pressões políticas.

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