Artesãos expõem no auditório da Escola de Governo, no prédio Rio Jamari do Complexo Rio Madeira

Segundo a coordenadora Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), Wélida Sodré, a feira tem por objetivo mostrar que Rondônia tem artesãos com produtos de qualidade que pode competir em pé de igualdade com artesãos de outras regiões do país.

Eleni Caetano / Fotos: Esio Mendes
Publicada em 05 de dezembro de 2018 às 15:56
Artesãos expõem no auditório da Escola de Governo, no prédio Rio Jamari do Complexo Rio Madeira

Luiz Alberto produz fragrâncias exclusivas utilizando a frutas

As Superintendências da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) e a de Estado para Resultados (EpR) estão promovendo a 1ª Feira de Artesanatos, que é um projeto piloto com sete artesãos que estão expondo produtos diferenciados. O evento está acontecendo no auditório da Escola de Governo no prédio Rio Jamari no Palácio do Governo, das 7h30 às 13h30 e vai até a próxima sexta-feira (7).

Segundo a coordenadora Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), Wélida Sodré, a feira tem por objetivo mostrar que Rondônia tem artesãos com produtos de qualidade que pode competir em pé de igualdade com artesãos de outras regiões do país. “A ideia é trazer para Rondônia uma feira com artesãos de outros estados da federação, uma oportunidade de mostrar os nossos produtos e também de conhecer o que eles produzem lá fora”, ressaltou.

Dildeane Alves produz costura criativa, ela confecciona kits para cozinha e acessórios para bebês. Ana Lucia Teixeira Grécia Estrela está expondo quadros com técnicas de arte francesa, 3D, decoupagem, opções de decoração para todos os ambientes, inclusive para o banheiro. Tatiane Campos produz panetones gourmet trufado e em potes e chocolates em geral. Rebeca Grécia fabrica dindim gourmet para festas.

Lucicleide Queiroz está expondo acessórios de mesa posta e linha requinte para banheiro. A pedagoga Eliane de Moraes e a enteada, Paula Farinon que é bioquímica, se uniram e criaram a perfumaria artesanal para ambientes. Elas produzem desde a fragrância até as bandejas para colocação dos produtos com matérias recicláveis, utilizando resto de vidros e espelhos.

Já o funcionário público do estado Luiz Alberto Rodrigues descobriu no artesanato o remédio para se curar da depressão. Ele explica que vem de uma família de artesãos e há dois anos ficou extremamente depressivo e não sentia mais vontade de exercer a sua atividade na função pública, quando decidiu criar a “Boa Fragrância”, produtos artesanais de alta qualidade que ganhou o público e curou a depressão de Luiz Alberto.

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