Desembargadora critica magistratura após salário de R$ 91 mil

A declaração ocorre após decisão do STF que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35 por do subsídio, limitado a 46 mil e 366 reais o teto do funcionalismo

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 22 de abril de 2026 às 16:06

Desembargadora critica magistratura após salário de R$ 91 mil

Há magistrados e magistrados. Há os que vivem no mundo real de um país com a imensa maioria da sua população pobre, entendendo que vivem num mundo diferente, com vários benefícios, mas não tripudiam sobre os que não são tão bem aquinhoados. E há os que só enxergam o próprio umbigo, dizendo-se sofredores, mesmo recebendo salários nababescos. 

O mau exemplo veio da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, que afirmou na Corte que a magistratura caminha para um "regime de escravidão" diante de restrições recentes aos penduricalhos. A declaração ocorre após decisão do STF que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35 por do subsídio, limitado a 46 mil e 366 reais o teto do funcionalismo.

A magistrada ainda destacou o fim de benefícios. "Nós não temos direito mais a auxílio-alimentação, nós não temos direito a receber uma gratificação por direção de fórum, vão ser cortadas, já cortaram", afirmou. Na sequência, reiterou a comparação. "Enfim, daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão."

A desembargadora queixosa, recebeu 91 mil reais líquidos em março. No primeiro trimestre, acumulou 216 mil reais em salários. Integrante da 3ª Turma de Direito Penal, ela chegou a desembargadora em julho de 2020, após 35 anos de carreira.

Desembargadora critica magistratura após salário de R$ 91 mil

A declaração ocorre após decisão do STF que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35 por do subsídio, limitado a 46 mil e 366 reais o teto do funcionalismo

Sérgio Pires
Publicada em 22 de abril de 2026 às 16:06
Desembargadora critica magistratura após salário de R$ 91 mil

Há magistrados e magistrados. Há os que vivem no mundo real de um país com a imensa maioria da sua população pobre, entendendo que vivem num mundo diferente, com vários benefícios, mas não tripudiam sobre os que não são tão bem aquinhoados. E há os que só enxergam o próprio umbigo, dizendo-se sofredores, mesmo recebendo salários nababescos. 

O mau exemplo veio da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, que afirmou na Corte que a magistratura caminha para um "regime de escravidão" diante de restrições recentes aos penduricalhos. A declaração ocorre após decisão do STF que extinguiu 15 benefícios, manteve oito verbas indenizatórias e fixou que essas parcelas não podem ultrapassar 35 por do subsídio, limitado a 46 mil e 366 reais o teto do funcionalismo.

A magistrada ainda destacou o fim de benefícios. "Nós não temos direito mais a auxílio-alimentação, nós não temos direito a receber uma gratificação por direção de fórum, vão ser cortadas, já cortaram", afirmou. Na sequência, reiterou a comparação. "Enfim, daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão."

A desembargadora queixosa, recebeu 91 mil reais líquidos em março. No primeiro trimestre, acumulou 216 mil reais em salários. Integrante da 3ª Turma de Direito Penal, ela chegou a desembargadora em julho de 2020, após 35 anos de carreira.

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