Elias Rezende fala sobre especulações na Casa Civil
“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”
Comentário neste espaço, relatando eventuais problemas na Casa Civil do governo, mereceram posicionamento do secretário chefe Elias Rezende, dando sua versão dos fatos e esclarecendo pontos abordados:
“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”, inicia. Prossegue: “comecemos pelo óbvio: a cadeira da Casa Civil não é minha. É do governador Marcos Rocha, a quem cabe, por livre escolha, decidir quem deve ocupá-la. Enquanto eu tiver sua confiança para exercer essa missão, seguirei trabalhando com a mesma responsabilidade de sempre. No dia em que entender que outro nome deve assumir, isso também fará parte da normalidade da vida pública”.
Elias destacada: “sei que há muita gente interessada nessa cadeira. Faz parte. O que não faz parte do meu modo de agir é me submeter a pressões, chantagens ou interesses mercenários para preservar cargo, espaço ou poder. Também nunca fui, nem pretendi ser, o “todo-poderoso do Governo”. Tenho atribuições, responsabilidades e limites muito claros. Cumpro minhas obrigações pautado pela legalidade, pelo interesse público e pelas decisões do governador”.
Sobre a relação com o parlamento estadual, ele diz que “da mesma forma, não existe qualquer atrito institucional com a Assembleia Legislativa. Divergências pontuais e posições diferentes fazem parte da política e da democracia. Transformá-las em crise pode render narrativa, mas não transforma especulação em fato”.
Rezende comenta também: “em período eleitoral, é previsível que aumentem as tentativas de criar ruídos, atingir pessoas e desarticular grupos políticos. É do jogo. O problema começa quando alguns preferem apresentar conjecturas como notícias, repetindo versões sem uma única evidência que lhes dê sustentação. Quanto ao restante, continuo fazendo o que sempre fiz: trabalhando”, destacou.
“Cargo é transitório. Responsabilidade, caráter e consciência tranquila não deveriam ser!”, concluiu.
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