Elias Rezende fala sobre especulações na Casa Civil

“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 17 de agosto de 2026 às 19:42

Elias Rezende fala sobre especulações na Casa Civil

Comentário neste espaço, relatando eventuais problemas na Casa Civil do governo, mereceram posicionamento do secretário chefe Elias Rezende, dando sua versão dos fatos e esclarecendo pontos abordados:

“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”, inicia. Prossegue: “comecemos pelo óbvio: a cadeira da Casa Civil não é minha. É do governador Marcos Rocha, a quem cabe, por livre escolha, decidir quem deve ocupá-la. Enquanto eu tiver sua confiança para exercer essa missão, seguirei trabalhando com a mesma responsabilidade de sempre. No dia em que entender que outro nome deve assumir, isso também fará parte da normalidade da vida pública”.

Elias destacada: “sei que há muita gente interessada nessa cadeira. Faz parte. O que não faz parte do meu modo de agir é me submeter a pressões, chantagens ou interesses mercenários para preservar cargo, espaço ou poder. Também nunca fui, nem pretendi ser, o “todo-poderoso do Governo”. Tenho atribuições, responsabilidades e limites muito claros. Cumpro minhas obrigações pautado pela legalidade, pelo interesse público e pelas decisões do governador”.

Sobre a relação com o parlamento estadual, ele diz que “da mesma forma, não existe qualquer atrito institucional com a Assembleia Legislativa. Divergências pontuais e posições diferentes fazem parte da política e da democracia. Transformá-las em crise pode render narrativa, mas não transforma especulação em fato”.

Rezende comenta também: “em período eleitoral, é previsível que aumentem as tentativas de criar ruídos, atingir pessoas e desarticular grupos políticos. É do jogo. O problema começa quando alguns preferem apresentar conjecturas como notícias, repetindo versões sem uma única evidência que lhes dê sustentação. Quanto ao restante, continuo fazendo o que sempre fiz: trabalhando”, destacou.

“Cargo é transitório. Responsabilidade, caráter e consciência tranquila não deveriam ser!”, concluiu.

Elias Rezende fala sobre especulações na Casa Civil

“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”

Sérgio Pires
Publicada em 17 de agosto de 2026 às 19:42
Elias Rezende fala sobre especulações na Casa Civil

Comentário neste espaço, relatando eventuais problemas na Casa Civil do governo, mereceram posicionamento do secretário chefe Elias Rezende, dando sua versão dos fatos e esclarecendo pontos abordados:

“Tenho visto, com certa naturalidade, algumas especulações sobre a Casa Civil e sobre o espaço que ocupo no Governo”, inicia. Prossegue: “comecemos pelo óbvio: a cadeira da Casa Civil não é minha. É do governador Marcos Rocha, a quem cabe, por livre escolha, decidir quem deve ocupá-la. Enquanto eu tiver sua confiança para exercer essa missão, seguirei trabalhando com a mesma responsabilidade de sempre. No dia em que entender que outro nome deve assumir, isso também fará parte da normalidade da vida pública”.

Elias destacada: “sei que há muita gente interessada nessa cadeira. Faz parte. O que não faz parte do meu modo de agir é me submeter a pressões, chantagens ou interesses mercenários para preservar cargo, espaço ou poder. Também nunca fui, nem pretendi ser, o “todo-poderoso do Governo”. Tenho atribuições, responsabilidades e limites muito claros. Cumpro minhas obrigações pautado pela legalidade, pelo interesse público e pelas decisões do governador”.

Sobre a relação com o parlamento estadual, ele diz que “da mesma forma, não existe qualquer atrito institucional com a Assembleia Legislativa. Divergências pontuais e posições diferentes fazem parte da política e da democracia. Transformá-las em crise pode render narrativa, mas não transforma especulação em fato”.

Rezende comenta também: “em período eleitoral, é previsível que aumentem as tentativas de criar ruídos, atingir pessoas e desarticular grupos políticos. É do jogo. O problema começa quando alguns preferem apresentar conjecturas como notícias, repetindo versões sem uma única evidência que lhes dê sustentação. Quanto ao restante, continuo fazendo o que sempre fiz: trabalhando”, destacou.

“Cargo é transitório. Responsabilidade, caráter e consciência tranquila não deveriam ser!”, concluiu.

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