Justiça decreta prisão preventiva por morte de professora
O crime ocorreu na noite de sexta-feira (6), em uma sala de aula de uma faculdade particular da capital
Durante audiência de custódia realizada em regime de plantão na manhã de sábado (7), a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva do homem acusado de matar a professora e escrivã da Polícia Civil Juliana Santiago, em Porto Velho. O investigado foi encaminhado ao sistema prisional.
O crime ocorreu na noite de sexta-feira (6), em uma sala de aula de uma faculdade particular da capital. A vítima foi atacada com golpes de faca e socorrida por acadêmicos, sendo levada ao Hospital João Paulo II, onde não resistiu aos ferimentos.
Na audiência de custódia, o juízo entendeu estarem presentes os requisitos legais para a manutenção da prisão preventiva, considerando a gravidade do fato e a necessidade de resguardar a ordem pública. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
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