MINHA MÃE REVISITADA
E agora, é com um amor de olhos abertos que tento retribuir
Não digo mais que minha mãe
é forte, que sempre foi.
Primeiro que nem sempre, posto
que estamos falando de uma
pessoa.
Não foi questão de força, ela
não teve escolha, teve que
fazer mais do que podia
e fez.
Segundo que seria injusto,
injusto com ela, com seus limites,
injusto com os seus esforços.
Não digo mais que minha mãe
é forte, que sempre foi.
Minha mãe não é tão forte,
ninguém é, mas ela teve que ser
e foi
E sofreu as consequências.
E é só quando a percebo assim,
desromantizada, como a mulher
que é, só aí, concebo os seus
sacrifícios.
Os seus muitos sacrifícios.
Só quando a percebo assim, real,
só aí, consigo ver essa mulher
tendo que desafiar todos os dias
as suas próprias capacidades,
Vivendo, praticamente, como
uma atleta olímpica.
Não! Muito mais que uma atleta,
nesse sentido, posto que nunca foi
e teve que ser como se fosse.
E a gente fala de amor de mãe
como se uma grande aranha mãe
radioativa picasse todas as mães
e desse a elas superpoderes.
Não dá!
Eu descobri, um dia desses,
que não.
E agora, é com um amor
de olhos abertos que tento
retribuir
Reconhecendo que ela é
humana e falha, embora
capaz de enormidades.
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