Os racistas ignoram os ensinamentos de Jesus!
Segundo o Cristianismo, os racistas desprezam a importância do amor ao próximo
A presença do racismo neste país é incontestável. Mesmo que aqui haja a predominância da miscigenação, ainda assim o preconceito racial atinge aqueles que não são classificados como padrões de beleza e autoridade.
É. Embora um negro se forme, a vida inteira ele encontrará olhares odiosos que não se agradam de sua presença ou ascensão profissional. Apregoam que esta nação é de Deus, de Jesus, abençoada pelo Espírito Santo, mas o que vemos no cotidiano é uma outra realidade horrorosa.
O corpo negro, masculino, é muito sexualizado. A mulher negra é aclamada quando samba, rebola, quando sensualiza. Contudo, o romantismo idealizado, geralmente, leitores, é formulado como perfeito na seguinte receita aceitável e rentável:
Homem branco + mulher branca = casal heterossexual branco.
Adicione mais o seguinte status incontestável:
Homem branco + mulher branca + filhos brancos = família branca “perfeita”.
Claro que, como cristão, enfatizo que a família guiada pelo Senhor se encaixa nos Seus esplêndidos planos. Todavia, neste contexto, a palavra “perfeita” aparece entre aspas para desmentir que somente famílias brancas são bonitas, exemplares, inspiradoras. Nada disso! Deus não faz acepção de pessoas e precisamos amar os negros. Eles não são macacos, como vários racistas dizem por aí. Não! São seres humanos que precisam viver dignamente e cultivam experiências interessantes, motivacionais (por mais que os preconceituosos nem os considerem valorosos).
Quando o homem branco sai de casa, claro que ele pode ser roubado, assassinado. Ele é suscetível à violência. Entretanto, goza de um prestígio social gigantesco e vantajoso. É lido como o padrão de masculinidade, imponência. Quando é formado no nível superior, alavanca seu poder pessoal e social. Quando está ao volante, o mundo o lê como apto para tal atividade. Consequentemente, vê-lo ao volante é charmoso no imaginário popular.
E precisamos ser honestos: ao longo dos anos, várias campanhas publicitárias contrataram homens brancos e até hoje contratam. É triste compreender isso, leitores, mas as métricas das vendas podem subir ou cair dependendo de quem se propõe a representar uma marca. E pior: na maioria das vezes, tal instabilidade não é por causa da má qualidade do produto e sim por causa do racismo estrutural.
O que há de errado, então, com os preconceituosos? A resposta é extensa, complexa. Merece um estudo. Uma aula. Um congresso. Um livro, apostila. Um diálogo demorado e necessário.
Segundo o Cristianismo, os racistas desprezam a importância do amor ao próximo. O próximo pode ser um negro, um homossexual, um dependente químico, uma prostituta, um estrangeiro. Quem planta este sentimento tão belo, leitores, o colherá em abundância.
Juridicamente, o racista, cheio de cólera, violento, deve sofrer as consequências de seus atos criminosos e reprováveis. Afinal, quem promove o horror se entrega mais e mais ao lodo espiritual e existencial.
Guarde no seu coração: quem odeia os negros ignora os ensinamentos de Jesus Cristo!
Biografia — Alberto Dinys
Alberto Dinys é escritor cristão brasileiro, 26 anos, cuja produção intelectual se destaca pela seriedade, profundidade espiritual e compromisso com os grandes temas que atravessam a vida humana em sociedade. Sua escrita aborda, com linguagem lúcida e reflexiva, questões como fé cristã, ética, consciência moral, liberdade interior, responsabilidade individual, identidade e os desafios culturais do mundo contemporâneo, sempre ancorada em valores sólidos.
Desde cedo, Alberto compreende a palavra como instrumento de formação da consciência e de diálogo responsável com a realidade social. Seus textos não se limitam a um discurso religioso fechado, mas analisam os dilemas existenciais do homem moderno — escolhas, influências culturais, crises de sentido e a busca por transcendência — à luz de uma fé cristã madura e intelectualmente consistente.
Como escritor cristão, Dinys defende uma vivência da fé que una espiritualidade, pensamento crítico e coerência moral. Sua produção valoriza o discernimento, a responsabilidade pessoal e a aplicação prática dos princípios cristãos como fundamento para a vida individual e para a construção de uma sociedade mais consciente e ética.
Alberto mantém também forte vínculo com a música cristã, tanto nacional quanto internacional, sendo ouvinte ativo e participante frequente de emissoras regionais. Na Rádio SGC 101.9 FM, emissora de amplo alcance estadual — atualmente presente em cerca de 35 municípios, com expansão prevista para atingir os 52 municípios do estado —, ele solicita com constância músicas gospel em língua inglesa, representativas do cenário contemporâneo, entre elas:
Control — for KING & COUNTRY
Never Give Up — for KING & COUNTRY
Whisper And The Wind — Bodie
Don’t Wanna Wake Up — Capital Kings
Satellites — Capital Kings
Na Rádio Caiari 103.1 FM, Alberto também participa com regularidade, solicitando canções que dialogam com fé, sensibilidade e linguagem atual, como:
Give Up On Love — Joseph O’Brien
Vive — Funky
Satellites — Capital Kings
Essas mesmas canções são solicitadas por ele na Rádio Comunitária Transamazônica 105.9 FM, reforçando sua presença constante e seu interesse por programações que valorizam conteúdo musical com identidade e propósito.
Já na Rádio Floresça 105.9 FM, sua participação se concentra em louvores do cenário gospel brasileiro, marcados por teologia clara e mensagem congregacional, entre eles:
Quem É Esse? — Julliany Souza
Travou-se A Batalha — Elizangela Terra
Autor Da Vida — Aline Barros
Mesmo em uma trajetória ainda jovem, Alberto Dinys representa uma nova geração de escritores cristãos: atentos à cultura, firmes em princípios, comprometidos com a verdade e conscientes do papel da fé na formação do indivíduo e na vida em sociedade. Sua biografia segue em construção, marcada pela coerência entre pensamento, espiritualidade e expressão cultural, apontando para uma atuação sólida no campo literário e intelectual cristão.
© 2026 Alberto Dinys. Todos os direitos reservados.
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