Parque Natural recebe exposição geológica da Fiocruz

Museu reúne rochas e amplia opções de lazer e educação ambiental na capital

Fonte: Texto: João Paulo Prudêncio Imagens: José Carlos - Publicada em 23 de janeiro de 2026 às 10:04

Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos, explica Walan PachecoConhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos, explica Walan Pacheco

O Museu do Parque Natural de Porto Velho vem se consolidando como uma alternativa de lazer e conhecimento para a população. Localizado em uma área de floresta dentro do perímetro urbano, o espaço tem atraído famílias e contribuído para aproximar crianças e jovens do contato com a natureza.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), o Parque Natural recebeu, nesta semana, uma exposição geológica com diferentes tipos de rochas, material que compõe cerca de 80% do planeta Terra.

De acordo com o professor de Física do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), Hualan Patricio, a iniciativa contribui para ampliar a compreensão sobre a formação do planeta. “Quando falamos do sistema solar, muitas vezes esquecemos que vivemos no planeta mais rochoso entre todos. Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos”.

A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita, destacou Vinicius MiguelA população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita, destacou Vinicius Miguel

Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Vinicius Miguel, o Parque Natural tem recebido atenção especial por ser um espaço de convivência e de contato direto com a natureza do bioma amazônico. “Estamos recebendo materiais que vão enriquecer de forma permanente o museu do Parque Natural, ampliando o conhecimento da comunidade sobre o nosso território. A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita”.

O Museu do Parque Natural de Porto Velho funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A exposição conta com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Parque Natural recebe exposição geológica da Fiocruz

Museu reúne rochas e amplia opções de lazer e educação ambiental na capital

Texto: João Paulo Prudêncio Imagens: José Carlos
Publicada em 23 de janeiro de 2026 às 10:04

Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos, explica Walan PachecoConhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos, explica Walan Pacheco

O Museu do Parque Natural de Porto Velho vem se consolidando como uma alternativa de lazer e conhecimento para a população. Localizado em uma área de floresta dentro do perímetro urbano, o espaço tem atraído famílias e contribuído para aproximar crianças e jovens do contato com a natureza.

Coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), o Parque Natural recebeu, nesta semana, uma exposição geológica com diferentes tipos de rochas, material que compõe cerca de 80% do planeta Terra.

De acordo com o professor de Física do Instituto Federal de Rondônia (Ifro), Hualan Patricio, a iniciativa contribui para ampliar a compreensão sobre a formação do planeta. “Quando falamos do sistema solar, muitas vezes esquecemos que vivemos no planeta mais rochoso entre todos. Conhecer a formação da Terra ajuda a entender melhor o universo em que vivemos”.

A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita, destacou Vinicius MiguelA população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita, destacou Vinicius Miguel

Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Vinicius Miguel, o Parque Natural tem recebido atenção especial por ser um espaço de convivência e de contato direto com a natureza do bioma amazônico. “Estamos recebendo materiais que vão enriquecer de forma permanente o museu do Parque Natural, ampliando o conhecimento da comunidade sobre o nosso território. A população está convidada a utilizar todo o espaço de forma gratuita”.

O Museu do Parque Natural de Porto Velho funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A exposição conta com o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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