Prefeitura destaca atendimento do Cram a mulheres vítimas de violência

Serviço especializado oferece acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial e intensifica ações de prevenção em diferentes espaços de Porto Velho

Fonte: Texto: Adaides Batista/Fotos: Semias/Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) - Publicada em 21 de agosto de 2026 às 08:50

Prefeitura destaca atendimento do Cram a mulheres vítimas de violência

Cram tem um serviço especializado no acolhimento e acompanhamento de mulheres em situação de violência

Durante o Agosto Lilás, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), destaca a atuação do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram), serviço especializado no acolhimento e acompanhamento de mulheres em situação de violência.

O atendimento é humanizado e respeita a história, a realidade e as decisões de cada mulher. No Cram, ela encontra espaço de escuta qualificada, orientação sobre seus direitos e apoio para conhecer as possibilidades de proteção disponíveis.

Como funciona o atendimento?

Ao procurar o Cram, a mulher é acolhida e, a partir da identificação de suas necessidades, direcionada para atendimento pela equipe técnica, formada por profissionais do Serviço Social e da Psicologia.

Não é necessário apresentar boletim de ocorrência para ser atendida. A mulher pode procurar o serviço mesmo quando ainda está tentando compreender a situação que vivencia ou não decidiu quais providências deseja tomar.

Mulher é acolhida e, a partir da identificação de suas necessidades, direcionada para atendimento pela equipe técnica, formada por profissionais do Serviço Social e da Psicologia

O atendimento abrange as diferentes formas de violência previstas na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006): física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Ameaças, humilhações, controle financeiro, isolamento, destruição ou retenção de documentos e bens, constrangimentos sexuais e ofensas também podem configurar violência.

De acordo com cada situação, o Cram realiza orientações, acompanhamento psicossocial, encaminhamentos e articulações com serviços da assistência social, saúde, segurança pública, Justiça e demais órgãos da rede de proteção. Quando há necessidade de psicoterapia clínica ou atendimento jurídico, a mulher é encaminhada aos serviços competentes.

“Muitas mulheres chegam ao Cram ainda tentando compreender se aquilo que estão vivendo é violência. Nosso papel é acolher e orientar sem julgamento, apresentar os direitos e os caminhos possíveis, sempre respeitando o tempo e as decisões de cada mulher”, explica a coordenadora do Cram, Sandra Braids.

Agosto Lilás e ações de prevenção

Mulher pode procurar o serviço mesmo quando ainda está tentando compreender a situação que vivencia

Além do atendimento realizado no Cram, durante o Agosto Lilás a equipe intensifica as ações de prevenção e conscientização em empresas, escolas, instituições e comunidades de Porto Velho.

Por meio de palestras, rodas de conversa e atividades educativas, as profissionais levam informações sobre os diferentes tipos de violência, os direitos das mulheres e os serviços disponíveis na rede de proteção. As ações buscam aproximar esses serviços da população e contribuir para que situações de violência sejam reconhecidas antes que se agravem.

“O Agosto Lilás reforça a importância de ampliarmos a informação, a prevenção e a proteção às mulheres que enfrentam situações de violência. O Cram tem um papel fundamental nesse trabalho, oferecendo acolhimento humanizado, orientação e acompanhamento especializado, sempre respeitando a história e as decisões de cada mulher. A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semias, segue fortalecendo a rede de proteção e levando informação para que cada vez mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda. Combater a violência contra a mulher é uma responsabilidade de toda a sociedade e um compromisso permanente do poder público”, destacou o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso.

Durante o Agosto Lilás a equipe intensifica as ações de prevenção e conscientização em empresas, escolas, instituições e comunidades de Porto Velho

Onde buscar atendimento

Atualmente, o Cram funciona provisoriamente no prédio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), na Rua Geraldo Ferreira, nº 2166, bairro Agenor de Carvalho, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Cram: (69) 8473-4725

Plantão Social: (69) 8473-5966 — após as 18h e aos finais de semana, para situações que demandem acolhimento institucional.

Emergência: 190

Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: orientações e denúncias de violência contra a mulher.

Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:

https://whatsapp.com/channel/0029VbCaSTO5q08TB4mYNM0o   

Prefeitura destaca atendimento do Cram a mulheres vítimas de violência

Serviço especializado oferece acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial e intensifica ações de prevenção em diferentes espaços de Porto Velho

Texto: Adaides Batista/Fotos: Semias/Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Publicada em 21 de agosto de 2026 às 08:50
Prefeitura destaca atendimento do Cram a mulheres vítimas de violência

Cram tem um serviço especializado no acolhimento e acompanhamento de mulheres em situação de violência

Durante o Agosto Lilás, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), destaca a atuação do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram), serviço especializado no acolhimento e acompanhamento de mulheres em situação de violência.

O atendimento é humanizado e respeita a história, a realidade e as decisões de cada mulher. No Cram, ela encontra espaço de escuta qualificada, orientação sobre seus direitos e apoio para conhecer as possibilidades de proteção disponíveis.

Como funciona o atendimento?

Ao procurar o Cram, a mulher é acolhida e, a partir da identificação de suas necessidades, direcionada para atendimento pela equipe técnica, formada por profissionais do Serviço Social e da Psicologia.

Não é necessário apresentar boletim de ocorrência para ser atendida. A mulher pode procurar o serviço mesmo quando ainda está tentando compreender a situação que vivencia ou não decidiu quais providências deseja tomar.

Mulher é acolhida e, a partir da identificação de suas necessidades, direcionada para atendimento pela equipe técnica, formada por profissionais do Serviço Social e da Psicologia

O atendimento abrange as diferentes formas de violência previstas na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006): física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Ameaças, humilhações, controle financeiro, isolamento, destruição ou retenção de documentos e bens, constrangimentos sexuais e ofensas também podem configurar violência.

De acordo com cada situação, o Cram realiza orientações, acompanhamento psicossocial, encaminhamentos e articulações com serviços da assistência social, saúde, segurança pública, Justiça e demais órgãos da rede de proteção. Quando há necessidade de psicoterapia clínica ou atendimento jurídico, a mulher é encaminhada aos serviços competentes.

“Muitas mulheres chegam ao Cram ainda tentando compreender se aquilo que estão vivendo é violência. Nosso papel é acolher e orientar sem julgamento, apresentar os direitos e os caminhos possíveis, sempre respeitando o tempo e as decisões de cada mulher”, explica a coordenadora do Cram, Sandra Braids.

Agosto Lilás e ações de prevenção

Mulher pode procurar o serviço mesmo quando ainda está tentando compreender a situação que vivencia

Além do atendimento realizado no Cram, durante o Agosto Lilás a equipe intensifica as ações de prevenção e conscientização em empresas, escolas, instituições e comunidades de Porto Velho.

Por meio de palestras, rodas de conversa e atividades educativas, as profissionais levam informações sobre os diferentes tipos de violência, os direitos das mulheres e os serviços disponíveis na rede de proteção. As ações buscam aproximar esses serviços da população e contribuir para que situações de violência sejam reconhecidas antes que se agravem.

“O Agosto Lilás reforça a importância de ampliarmos a informação, a prevenção e a proteção às mulheres que enfrentam situações de violência. O Cram tem um papel fundamental nesse trabalho, oferecendo acolhimento humanizado, orientação e acompanhamento especializado, sempre respeitando a história e as decisões de cada mulher. A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semias, segue fortalecendo a rede de proteção e levando informação para que cada vez mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda. Combater a violência contra a mulher é uma responsabilidade de toda a sociedade e um compromisso permanente do poder público”, destacou o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso.

Durante o Agosto Lilás a equipe intensifica as ações de prevenção e conscientização em empresas, escolas, instituições e comunidades de Porto Velho

Onde buscar atendimento

Atualmente, o Cram funciona provisoriamente no prédio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), na Rua Geraldo Ferreira, nº 2166, bairro Agenor de Carvalho, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Cram: (69) 8473-4725

Plantão Social: (69) 8473-5966 — após as 18h e aos finais de semana, para situações que demandem acolhimento institucional.

Emergência: 190

Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: orientações e denúncias de violência contra a mulher.

Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:

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