Prefeitura organiza ações para reduzir impactos da cheia em 2026

O trabalho conjunto é essencial para preparar o município e proteger a população, destacou Léo Moraes

Fonte: Texto: João Paulo Prudêncio/ Imagens: Júnior Costa - Publicada em 05 de janeiro de 2026 às 20:23

Prefeitura organiza ações para reduzir impactos da cheia em 2026

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Superintendência Municipal da Defesa Civil (SMDC), realizou na manhã desta segunda-feira (5) a 3ª Reunião Conjunta Intersetorial para planejamento e alinhamento das ações preventivas diante de uma possível cheia em 2026.

O encontro ocorreu no auditório do Prédio do Relógio e reuniu representantes de diversas secretarias: Semias, Semec, Semad, Semagric, Seinfra, Sema e Semtel, além de lideranças dos distritos do Baixo Madeira e de outras regiões historicamente afetadas pelo período de chuvas intensas.

Para o prefeito de Porto Velho, o trabalho conjunto é essencial para preparar o município e proteger a população. “Vivemos uma realidade climática diferente. Por isso, um trabalho contínuo, alinhado e preciso será determinante para reduzir impactos e evitar mais sofrimento à nossa população”.

O superintendente da Defesa Civil, Marcos Berti, reforçou que a integração das equipes fortalece a capacidade de resposta do município.
“Estamos seguindo uma determinação de que a Defesa Civil atue de forma integrada com todos os órgãos, garantindo um serviço de amparo eficiente e de qualidade caso o volume de chuvas se intensifique”.

Planejamento também considera grupos em maior vulnerabilidade, destacou Anne Cleyane

A coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Any Cleyane, ressaltou que o planejamento também considera grupos em maior vulnerabilidade. “A cheia afeta as pessoas de formas diferentes. Mulheres e crianças ficam ainda mais vulneráveis. Essa articulação antecipada é essencial para garantir proteção e atendimento adequado”.

Em 2025, a Prefeitura executou a Operação S.O.S Ribeirinhos, que atendeu de forma inédita todas as comunidades afetadas pela cheia do Rio Madeira, coletou dados técnicos e estruturou protocolos que agora servem de referência para o planejamento preventivo.

A Prefeitura reforça que seguirá monitorando o cenário climático e adotando as medidas necessárias para proteger a população, principalmente nas áreas ribeirinhas e regiões mais suscetíveis aos efeitos da cheia.

Prefeitura organiza ações para reduzir impactos da cheia em 2026

O trabalho conjunto é essencial para preparar o município e proteger a população, destacou Léo Moraes

Texto: João Paulo Prudêncio/ Imagens: Júnior Costa
Publicada em 05 de janeiro de 2026 às 20:23
Prefeitura organiza ações para reduzir impactos da cheia em 2026

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Superintendência Municipal da Defesa Civil (SMDC), realizou na manhã desta segunda-feira (5) a 3ª Reunião Conjunta Intersetorial para planejamento e alinhamento das ações preventivas diante de uma possível cheia em 2026.

O encontro ocorreu no auditório do Prédio do Relógio e reuniu representantes de diversas secretarias: Semias, Semec, Semad, Semagric, Seinfra, Sema e Semtel, além de lideranças dos distritos do Baixo Madeira e de outras regiões historicamente afetadas pelo período de chuvas intensas.

Para o prefeito de Porto Velho, o trabalho conjunto é essencial para preparar o município e proteger a população. “Vivemos uma realidade climática diferente. Por isso, um trabalho contínuo, alinhado e preciso será determinante para reduzir impactos e evitar mais sofrimento à nossa população”.

O superintendente da Defesa Civil, Marcos Berti, reforçou que a integração das equipes fortalece a capacidade de resposta do município.
“Estamos seguindo uma determinação de que a Defesa Civil atue de forma integrada com todos os órgãos, garantindo um serviço de amparo eficiente e de qualidade caso o volume de chuvas se intensifique”.

Planejamento também considera grupos em maior vulnerabilidade, destacou Anne Cleyane

A coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Any Cleyane, ressaltou que o planejamento também considera grupos em maior vulnerabilidade. “A cheia afeta as pessoas de formas diferentes. Mulheres e crianças ficam ainda mais vulneráveis. Essa articulação antecipada é essencial para garantir proteção e atendimento adequado”.

Em 2025, a Prefeitura executou a Operação S.O.S Ribeirinhos, que atendeu de forma inédita todas as comunidades afetadas pela cheia do Rio Madeira, coletou dados técnicos e estruturou protocolos que agora servem de referência para o planejamento preventivo.

A Prefeitura reforça que seguirá monitorando o cenário climático e adotando as medidas necessárias para proteger a população, principalmente nas áreas ribeirinhas e regiões mais suscetíveis aos efeitos da cheia.

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