Relato de Lili de Grammont, órfã de feminicídio, emociona público na abertura do I Fovid

Órfã de feminicídio, Lili compartilhou sua própria história e transformou uma experiência pessoal dolorosa em um chamado à reflexão e ao enfrentamento da violência de gênero

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) - Publicada em 06 de novembro de 2026 às 12:08

Relato de Lili de Grammont, órfã de feminicídio, emociona público na abertura do I Fovid

Um relato de vida marcado pela dor e superação deu o tom da abertura do I Fórum Estadual de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Rondônia (FOVID/RO), realizado pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). A palestra principal, conduzida pela psicóloga Lili de Grammont, trouxe ao público uma reflexão profunda sobre as consequências do feminicídio, especialmente para os filhos e familiares que permanecem após a morte de uma mulher vítima de violência.

Fotografia mostra mulher no palco e parte da plateia

Órfã de feminicídio, Lili compartilhou sua própria história e transformou uma experiência pessoal dolorosa em um chamado à reflexão e ao enfrentamento da violência de gênero. Ao falar sobre as marcas deixadas pela perda da mãe, assassinada em 1981 em um contexto de violência doméstica, a psicóloga deu visibilidade à realidade de quem também tem a vida profundamente afetada pelo feminicídio, mas nem sempre recebe a devida atenção nas políticas de prevenção e acolhimento.

Seu testemunho destacou que o feminicídio não termina com a morte da vítima. A violência deixa consequências duradouras na vida dos filhos, familiares e pessoas próximas, que precisam reconstruir suas trajetórias diante de uma perda irreparável. A abordagem sensibilizou os participantes e reforçou a importância de uma atuação integrada das instituições para prevenir a violência, proteger as mulheres e acolher também as vítimas indiretas.

Fotografia mostra auditório cheio e presidente do tJRO palestrando

A palestra foi um dos momentos centrais da abertura do FOVID/RO, que reúne profissionais do sistema de Justiça e representantes de instituições que atuam na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher.

Programação

A programação foi aberta com uma mesa de autoridades composta pela desembargadora Inês Moreira da Costa, pelo presidente do TJRO, Alexandre Miguel, pelo diretor da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), desembargador Gilberto Barbosa, pelo defensor público-geral, Victor Hugo de Souza Lima, pela vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Vanessa Esber, e pela procuradora de Justiça Emília Oye.

A solenidade também contou com a participação do coral Canto para Todos, que abriu o encontro com uma apresentação musical, contribuindo para o momento de acolhimento e integração dos participantes.

Colagem de duas fotos do evento durante o coral e a plateia

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) e da Emeron, o I FOVID/RO tem como propósito fortalecer a atuação dos profissionais e ampliar a articulação entre as instituições responsáveis pela prevenção, pelo atendimento e pelo enfrentamento da violência contra a mulher.

Colagem de tres fotos mostrando momentos do evento

Ao trazer para o centro do debate a história de uma mulher que vivenciou os impactos do feminicídio desde a infância, o evento reforça que o enfrentamento à violência doméstica exige mais do que respostas judiciais: requer prevenção, acolhimento, compromisso institucional e mobilização de toda a sociedade. A programação encerra nesta sexta-feira com a palestra da ministra do STF, Cármen Lucia. 

Relato de Lili de Grammont, órfã de feminicídio, emociona público na abertura do I Fovid

Órfã de feminicídio, Lili compartilhou sua própria história e transformou uma experiência pessoal dolorosa em um chamado à reflexão e ao enfrentamento da violência de gênero

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Publicada em 06 de novembro de 2026 às 12:08
Relato de Lili de Grammont, órfã de feminicídio, emociona público na abertura do I Fovid

Um relato de vida marcado pela dor e superação deu o tom da abertura do I Fórum Estadual de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Rondônia (FOVID/RO), realizado pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO). A palestra principal, conduzida pela psicóloga Lili de Grammont, trouxe ao público uma reflexão profunda sobre as consequências do feminicídio, especialmente para os filhos e familiares que permanecem após a morte de uma mulher vítima de violência.

Fotografia mostra mulher no palco e parte da plateia

Órfã de feminicídio, Lili compartilhou sua própria história e transformou uma experiência pessoal dolorosa em um chamado à reflexão e ao enfrentamento da violência de gênero. Ao falar sobre as marcas deixadas pela perda da mãe, assassinada em 1981 em um contexto de violência doméstica, a psicóloga deu visibilidade à realidade de quem também tem a vida profundamente afetada pelo feminicídio, mas nem sempre recebe a devida atenção nas políticas de prevenção e acolhimento.

Seu testemunho destacou que o feminicídio não termina com a morte da vítima. A violência deixa consequências duradouras na vida dos filhos, familiares e pessoas próximas, que precisam reconstruir suas trajetórias diante de uma perda irreparável. A abordagem sensibilizou os participantes e reforçou a importância de uma atuação integrada das instituições para prevenir a violência, proteger as mulheres e acolher também as vítimas indiretas.

Fotografia mostra auditório cheio e presidente do tJRO palestrando

A palestra foi um dos momentos centrais da abertura do FOVID/RO, que reúne profissionais do sistema de Justiça e representantes de instituições que atuam na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher.

Programação

A programação foi aberta com uma mesa de autoridades composta pela desembargadora Inês Moreira da Costa, pelo presidente do TJRO, Alexandre Miguel, pelo diretor da Escola da Magistratura do Estado de Rondônia (Emeron), desembargador Gilberto Barbosa, pelo defensor público-geral, Victor Hugo de Souza Lima, pela vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Vanessa Esber, e pela procuradora de Justiça Emília Oye.

A solenidade também contou com a participação do coral Canto para Todos, que abriu o encontro com uma apresentação musical, contribuindo para o momento de acolhimento e integração dos participantes.

Colagem de duas fotos do evento durante o coral e a plateia

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Comsiv) e da Emeron, o I FOVID/RO tem como propósito fortalecer a atuação dos profissionais e ampliar a articulação entre as instituições responsáveis pela prevenção, pelo atendimento e pelo enfrentamento da violência contra a mulher.

Colagem de tres fotos mostrando momentos do evento

Ao trazer para o centro do debate a história de uma mulher que vivenciou os impactos do feminicídio desde a infância, o evento reforça que o enfrentamento à violência doméstica exige mais do que respostas judiciais: requer prevenção, acolhimento, compromisso institucional e mobilização de toda a sociedade. A programação encerra nesta sexta-feira com a palestra da ministra do STF, Cármen Lucia. 

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