SINDSEF mobiliza servidores federais para greve geral no dia 28 de abril

O SINDSEF é contra as reformas. Estamos convictos que a crise anunciada pelo Governo e as medidas das reformas propostas de forma unilateral, pretendem promover um retrocesso social e retirada de direitos trabalhistas.

Assessoria Sindsef
Publicada em 18 de abril de 2017 às 10:35
SINDSEF mobiliza servidores federais para greve geral no dia 28 de abril

Em plenária promovida pelo SINDSEF (Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia), servidores da Funasa, Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ), Funai, Ministério da Saúde, Ibama e Ministério do Trabalho e Emprego  aprovaram a adesão à Greve Geral que será realizada no dia 28 de abril. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (17), dando início ao calendário de visitas aos órgãos federais em Porto Velho, com o objetivo de mobilizar a categoria para a paralisação nacional contraria as reformas da Previdência, Trabalhista e a retirada de direitos.

“O SINDSEF é contra as reformas. Estamos convictos que a crise anunciada pelo Governo e as medidas das reformas propostas de forma unilateral, pretendem promover um retrocesso social e retirada de direitos trabalhistas. Tais medidas devem ser amplamente questionadas por todos para que possamos garantir sua derrubada no Congresso. Para isso, faz necessário a mobilização da base e da categoria para adesão da greve”, disse Abson Praxedes, presidente do SINDSEF/RO ao convidar os servidores para a paralisação.

A proposta original do governo pretende equiparar as idades para aposentadoria entre homens e mulheres. De acordo com o advogado Elton Assis falta base atuarial para definir a idade mínima para transição e há falsas informações sobre o déficit no regime próprio dos servidores públicos.

Em reunião realizada no dia 11 de abril, o advogado Raul Fonseca advertiu sobre os impactos da terceirização no serviço público, conforme lei sancionada pelo Governo Federal no inicio do mês. Segundo ele, a lei acaba com a obrigatoriedade de concurso público, precariza o serviço público e a estabilidade dos servidores.

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