CFM destaca avanço com lei da proficiência médica
O médico rondoniense Hiran Gallo, presidente do Conselho Federal de Medicina, com 650 mil associados, comentou sobre o assunto
Prestes a ser derrotado no Congresso, pronto para votar lei que obriga exames proficiência para os médicos, a exemplo do que são obrigados os advogados, antes de poderem começar a atuar na profissão, o governo brasileiro voltou atrás. Nesta sexta, o presidente Lula editou uma Medida Provisória, agora apoiando a medida considerada vital para a qualidade da Medicina brasileira.
O médico rondoniense Hiran Gallo, presidente do Conselho Federal de Medicina, com 650 mil associados, comentou sobre o assunto: “há décadas, o CFM denuncia a abertura indiscriminada de escolas médicas sob autorização do Governo Federal; alerta para as fragilidades na formação oferecida no país e defende a instituição de mecanismos objetivos para avaliar competências necessárias ao exercício profissional. Com a publicação desta MP, finalmente o Governo Federal reconhece que há falhas estruturais na formação médica brasileira e age”.
O Enamed, nada mais é do que o atendimento de uma luta de décadas do Conselho Federal de Medicina e dos Conselhos Regionais, que trabalharam bravamente para que a decisão fosse tomada e implantada.
A partir de agora, o estudante de Medicina precisará demonstrar que está realmente apto e qualificado na prova para obter o registro profissional e exercer a medicina legalmente no país. O ato foi assinado durante a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei e a cerimônia contou com a presença dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Saúde, Alexandre Padilha, entre outras autoridades.
O Brasil tem hoje nada menos do que 389 escolas médicas espalhadas pelos Estados e Distrito Federal. É a segunda maior quantidade do mundo, ficando apenas atrás da Índia.
NOTA DE REPÚDIO
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Com foco nessa necessidade, o TJRO promoveu a união de esforços com o Ministério Público (MPRO), a Defensoria Pública (DPE-RO), o Tribunal de Contas (TCE-RO) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE)




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