Corre assustado de Flávio apressa julgamento de seus crimes

Bolsonarista desaparece após o primeiro movimento da Justiça contra ele; medo e desespero de um sociopata

Fonte: Marco Damiani - Publicada em 27 de outubro de 2026 às 13:40

Corre assustado de Flávio apressa julgamento de seus crimes

Se vai dar certo, as próximas horas vão mostrar. Parece que não, e ele será preso. Desde agora, quando o paradeiro de Flávio Bolsonaro ainda é desconhecido das autoridades, sobressai a face mais verdadeira deste cidadão que completa uma carreira de 27 anos de vida bandida encoberta por mandatos políticos. A fuga simboliza, sob as vaias do Brasil, a saída de um enganador pela porta dos fundos do País, assustado e escondido.

Ao correr do primeiro passo da Justiça em direção a ele – o pedido de entrega dos seus passaportes -, Flávio mostrou toda a sua fragilidade. Se aceitasse as regras do jogo democrático, ele já estaria se vendo atrás das grades da Papuda, para onde foi enviado seu pai, após todo o ciclo legal para a punição por tentativa de golpe de estado ter se completado.

O episódio ressalta o caráter de quem as urnas do último domingo nos livraram. Flávio seria um veículo para o despertar, mais uma vez, do pior que a sociedade brasileira tem dentro de si. Assassinos, assaltantes, sequestradores, torturadores, achacadores, a escória mais sórdida, alheia a qualquer modelo de civilidade, voltaria à tona. Dessa vez com mais experiência, adquirida nos anos Bolsonaro, assertividade e ódio contra o outro.

O modelo milícia teria campo, com o foragido no poder, para se espalhar por todo o País. O infortúnio da população poderia se estender por décadas. Não haveria instância de reclamação. A máquina do estado seria dominada por indicações da bandidagem. As instituições iriam apodrecer por dentro, tornando-se irrecuperáveis. Este era um aspecto do plano do fugitivo.

Se for pego em sua corrida ilegal para os Estados Unidos, Flávio Bolsonaro terá conseguido adiantar o andamento de todos os processos que podem jogá-lo na prisão por muito tempo.

Marco Damiani

Marco Damiani é editor especial do Brasil 247

Corre assustado de Flávio apressa julgamento de seus crimes

Bolsonarista desaparece após o primeiro movimento da Justiça contra ele; medo e desespero de um sociopata

Marco Damiani
Publicada em 27 de outubro de 2026 às 13:40
Corre assustado de Flávio apressa julgamento de seus crimes

Se vai dar certo, as próximas horas vão mostrar. Parece que não, e ele será preso. Desde agora, quando o paradeiro de Flávio Bolsonaro ainda é desconhecido das autoridades, sobressai a face mais verdadeira deste cidadão que completa uma carreira de 27 anos de vida bandida encoberta por mandatos políticos. A fuga simboliza, sob as vaias do Brasil, a saída de um enganador pela porta dos fundos do País, assustado e escondido.

Ao correr do primeiro passo da Justiça em direção a ele – o pedido de entrega dos seus passaportes -, Flávio mostrou toda a sua fragilidade. Se aceitasse as regras do jogo democrático, ele já estaria se vendo atrás das grades da Papuda, para onde foi enviado seu pai, após todo o ciclo legal para a punição por tentativa de golpe de estado ter se completado.

O episódio ressalta o caráter de quem as urnas do último domingo nos livraram. Flávio seria um veículo para o despertar, mais uma vez, do pior que a sociedade brasileira tem dentro de si. Assassinos, assaltantes, sequestradores, torturadores, achacadores, a escória mais sórdida, alheia a qualquer modelo de civilidade, voltaria à tona. Dessa vez com mais experiência, adquirida nos anos Bolsonaro, assertividade e ódio contra o outro.

O modelo milícia teria campo, com o foragido no poder, para se espalhar por todo o País. O infortúnio da população poderia se estender por décadas. Não haveria instância de reclamação. A máquina do estado seria dominada por indicações da bandidagem. As instituições iriam apodrecer por dentro, tornando-se irrecuperáveis. Este era um aspecto do plano do fugitivo.

Se for pego em sua corrida ilegal para os Estados Unidos, Flávio Bolsonaro terá conseguido adiantar o andamento de todos os processos que podem jogá-lo na prisão por muito tempo.

Marco Damiani

Marco Damiani é editor especial do Brasil 247

Comentários

    Seja o primeiro a comentar

Envie seu Comentário

 

Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook

Explosão de alegria!

Explosão de alegria!

O Brasil saiu às ruas para dançar! A vitória de Lula provocou uma explosão de alegria, lembrando as comemorações de 2002. Uma festa pela democracia, pela soberania nacional e pela inclusão social, depois de uma campanha marcada pelo medo e pela intolerância