Dia do livro didático mobiliza estudantes na zona rural de PVH
Programação lembrou a importância do livro na aprendizagem de alunos
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisco Chiquilito Erse, localizada no km 42 da Estrada da Penal, na zona rural de Porto Velho, realizou uma programação especial para celebrar o Dia Nacional do Livro Didático.
Alunos participaram de dinâmicas de pesquisa e apresentações sobre a história do livro nas escolas públicas
A atividade buscou conscientizar os alunos sobre a importância dos livros, que organizam conteúdos e desenvolvem o pensamento crítico ao longo da trajetória escolar. Em uma região onde o acesso à internet nem sempre é garantido nas residências, a leitura tornou-se a principal ferramenta de pesquisa e apoio pedagógico para os estudantes.
Durante o evento, os alunos participaram de dinâmicas de pesquisa e apresentações sobre a história do livro nas escolas públicas. De acordo com a diretora da unidade, Ednara Brasil, o “objetivo foi mostrar que o material é uma ‘riqueza infinita’ e que, embora seja gratuito na rede municipal, possui alto valor educacional e financeiro, sendo fundamental sua conservação”. Os professores também explicaram que o acesso gratuito a estas coleções é uma conquista importante para a democratização do ensino.
Ednara Brasil disse que o “objetivo foi mostrar que o material é uma ‘riqueza infinita’
A diretora ressaltou que, devido às particularidades da zona rural, como o transporte escolar terrestre e fluvial, a escola e a Secretaria Municipal de Educação (Semed) adotaram uma logística interna para preservar os livros, organizando-os em estantes nas salas de aula para evitar que se molhassem ou se perdessem no trajeto. “Essa foi a forma mais viável que encontramos para que todos tenham acesso e para que o livro possa ser utilizado também no próximo ano”, explicou a diretora. Os alunos levam o material para casa sempre que houver necessidade de realizar tarefas ou pesquisas.
Complementando a visão pedagógica, a gerente da Divisão de Educação Básica da Semed, Élida Pacheco, comenta sobre a autonomia dos educadores no processo de escolha das obras, realizado a cada quatro anos, garantindo que o material fosse adequado à realidade local. “É o próprio professor que vai trabalhar com o aluno, então ele escolhe o livro que melhor se adapta à sua rotina e ao currículo municipal”, afirmou. A secretaria atua apenas com orientações técnicas para que a escolha siga os critérios do Ministério da Educação (MEC).
Élida Pacheco comentou sobre a autonomia dos educadores no processo de escolha das obras
A gerência da Semed lembra ainda a importância do livro impresso como um material físico e palpável, que o aluno pode manusear e utilizar diariamente, inclusive para anotações e rascunhos.
Atualmente, a rede municipal atende cerca de 45 mil alunos em 139 escolas, e o fornecimento gratuito desses volumes, por meio do PNLD, gerou uma economia essencial para as famílias. Para a secretaria, ver o livro chegar às mãos dos estudantes da zona rural foi a prova de que o esforço logístico impactou diretamente o futuro das crianças.
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