Furto de energia prejudica consumidores e traz riscos

Além de crime, ligações clandestinas geram perdas para o sistema elétrico, reduzem arrecadação de impostos e colocam em risco a segurança da comunidade

Fonte: Assessoria/Energisa - Publicada em 30 de setembro de 2026 às 16:15

Furto de energia prejudica consumidores e traz riscos

O furto de energia, popularmente conhecido como “gato”, vai muito além de uma irregularidade individual. A prática prejudica diretamente os consumidores que pagam a conta corretamente, compromete a segurança da rede elétrica e causa impactos financeiros e sociais para toda a população.

Isso acontece porque a energia desviada entra no cálculo das perdas elétricas, que afetam o sistema como um todo. Na prática, a irregularidade cometida por alguns acaba prejudicando quem mantém as contas em dia e utiliza a energia de forma regular.

Além do impacto no setor elétrico, o furto de energia também reduz a arrecadação de impostos, como o ICMS. Esse recurso poderia ser revertido em serviços públicos essenciais, como compra de ambulâncias, aquisição de ônibus escolares, construção de unidades básicas de saúde, investimentos em segurança, infraestrutura e outras melhorias para a população.

Ou seja: quando alguém furta energia, o prejuízo não fica restrito à concessionária. Ele chega ao consumidor que paga corretamente, ao comerciante regularizado, ao serviço público e à própria comunidade.

De acordo com Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia, é importante que a população entenda que o furto de energia não é uma “vantagem” individual, mas um crime com consequências coletivas.

“Quem faz ligação clandestina não está prejudicando apenas a Energisa. Está prejudicando o vizinho que paga a conta em dia, o comerciante que trabalha corretamente e toda a sociedade, porque essa energia consumida de forma irregular gera perdas, reduz arrecadação e coloca vidas em risco. O furto de energia é crime, é perigoso e penaliza justamente quem age de forma correta”, destacou.

Risco para a vizinhança

Além do prejuízo financeiro, as ligações clandestinas também representam risco de acidentes graves. Em muitos casos, os desvios são feitos sem qualquer padrão técnico, com fios expostos, conexões improvisadas e sobrecarga na rede elétrica.

Esse tipo de intervenção pode causar curto-circuito, incêndios, choque elétrico e interrupções no fornecimento de energia para outros clientes da região. Por isso, a Energisa reforça: nunca faça ligações clandestinas ou mexa na rede elétrica por conta própria. Além de serem ilegais, essas práticas colocam vidas em risco.

Denúncias podem ser anônimas

A população tem papel fundamental no combate ao furto de energia. Denúncias ajudam a identificar irregularidades, evitar acidentes e reduzir prejuízos para quem paga a conta corretamente.

As informações podem ser repassadas de forma anônima pelo 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da Energisa.

“Denunciar é uma forma de proteger a comunidade. Quem paga a conta em dia não pode ser penalizado por quem insiste em cometer crime. O combate ao furto de energia depende da fiscalização, mas também da consciência da população”, reforçou Daniel Andrade.

Furto de energia prejudica consumidores e traz riscos

Além de crime, ligações clandestinas geram perdas para o sistema elétrico, reduzem arrecadação de impostos e colocam em risco a segurança da comunidade

Assessoria/Energisa
Publicada em 30 de setembro de 2026 às 16:15
Furto de energia prejudica consumidores e traz riscos

O furto de energia, popularmente conhecido como “gato”, vai muito além de uma irregularidade individual. A prática prejudica diretamente os consumidores que pagam a conta corretamente, compromete a segurança da rede elétrica e causa impactos financeiros e sociais para toda a população.

Isso acontece porque a energia desviada entra no cálculo das perdas elétricas, que afetam o sistema como um todo. Na prática, a irregularidade cometida por alguns acaba prejudicando quem mantém as contas em dia e utiliza a energia de forma regular.

Além do impacto no setor elétrico, o furto de energia também reduz a arrecadação de impostos, como o ICMS. Esse recurso poderia ser revertido em serviços públicos essenciais, como compra de ambulâncias, aquisição de ônibus escolares, construção de unidades básicas de saúde, investimentos em segurança, infraestrutura e outras melhorias para a população.

Ou seja: quando alguém furta energia, o prejuízo não fica restrito à concessionária. Ele chega ao consumidor que paga corretamente, ao comerciante regularizado, ao serviço público e à própria comunidade.

De acordo com Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia, é importante que a população entenda que o furto de energia não é uma “vantagem” individual, mas um crime com consequências coletivas.

“Quem faz ligação clandestina não está prejudicando apenas a Energisa. Está prejudicando o vizinho que paga a conta em dia, o comerciante que trabalha corretamente e toda a sociedade, porque essa energia consumida de forma irregular gera perdas, reduz arrecadação e coloca vidas em risco. O furto de energia é crime, é perigoso e penaliza justamente quem age de forma correta”, destacou.

Risco para a vizinhança

Além do prejuízo financeiro, as ligações clandestinas também representam risco de acidentes graves. Em muitos casos, os desvios são feitos sem qualquer padrão técnico, com fios expostos, conexões improvisadas e sobrecarga na rede elétrica.

Esse tipo de intervenção pode causar curto-circuito, incêndios, choque elétrico e interrupções no fornecimento de energia para outros clientes da região. Por isso, a Energisa reforça: nunca faça ligações clandestinas ou mexa na rede elétrica por conta própria. Além de serem ilegais, essas práticas colocam vidas em risco.

Denúncias podem ser anônimas

A população tem papel fundamental no combate ao furto de energia. Denúncias ajudam a identificar irregularidades, evitar acidentes e reduzir prejuízos para quem paga a conta corretamente.

As informações podem ser repassadas de forma anônima pelo 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da Energisa.

“Denunciar é uma forma de proteger a comunidade. Quem paga a conta em dia não pode ser penalizado por quem insiste em cometer crime. O combate ao furto de energia depende da fiscalização, mas também da consciência da população”, reforçou Daniel Andrade.

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