Guajará-Mirim lança projeto de ressocialização feminina

Essa semana, o juiz titular da 1ª  Vara Criminal Renan Kirihata e a equipe do Núcleo Psicossocial realizaram visita institucional à "Associação Ser Mulher", entidade que passará a atuar como parceira do projeto

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) - Publicada em 07 de julho de 2026 às 10:09

Guajará-Mirim lança projeto de ressocialização feminina

A ressocialização por meio da valorização humana, do fortalecimento da autoestima e da geração de oportunidades tem sido um dos pilares do Projeto “Mulheres que Renascem”, desenvolvido na Unidade Prisional Feminina de Guajará-Mirim, por iniciativa conjunta da 1ª Vara Criminal da Comarca de Guajará-Mirim e do Núcleo Psicossocial (NUPS).

O projeto tem o objetivo de promover a reintegração social das mulheres privadas de liberdade, oferecendo atividades que possibilitem não apenas o aprendizado profissional, mas também o fortalecimento emocional e social das participantes, preparando-as para uma nova perspectiva de vida após o cumprimento da pena. 

Entre as ações que serão desenvolvidas estarão oficinas de confecção de bonecas artesanais, artesanato em geral, corte e costura, atividades que despertam habilidades, incentivam a criatividade e possibilitam futura geração de renda quando essas mulheres retornarem ao convívio social.

Essa semana, o juiz titular da 1ª  Vara Criminal Renan Kirihata e a equipe do Núcleo Psicossocial realizaram visita institucional à "Associação Ser Mulher", entidade que passará a atuar como parceira do projeto. Inicialmente, a associação desenvolverá oficinas de confecção de laços artesanais, atividade que irá contribuir, inclusive, para remição de pena das internas participantes, conforme previsão legal relacionada às atividades laborais e educacionais no sistema prisional.

Durante a visita, a presidente da Associação Ser Mulher, professora Lucila de Oliveira, colocou-se à disposição para contribuir com o projeto, destacando a importância social da iniciativa.“É uma ação extremamente importante, porque ajuda essas mulheres a reconstruírem suas vidas, fortalece a autoestima e cria oportunidades para que, ao saírem do sistema prisional, tenham mais facilidade na ressocialização e também na geração de renda”, destacou a presidente.

Além das oficinas profissionalizantes, o Projeto “Mulheres que Renascem” também desenvolve atividades voltadas ao fortalecimento emocional, social e psicológico das participantes. 

Guajará-Mirim lança projeto de ressocialização feminina

Essa semana, o juiz titular da 1ª  Vara Criminal Renan Kirihata e a equipe do Núcleo Psicossocial realizaram visita institucional à "Associação Ser Mulher", entidade que passará a atuar como parceira do projeto

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Publicada em 07 de julho de 2026 às 10:09
Guajará-Mirim lança projeto de ressocialização feminina

A ressocialização por meio da valorização humana, do fortalecimento da autoestima e da geração de oportunidades tem sido um dos pilares do Projeto “Mulheres que Renascem”, desenvolvido na Unidade Prisional Feminina de Guajará-Mirim, por iniciativa conjunta da 1ª Vara Criminal da Comarca de Guajará-Mirim e do Núcleo Psicossocial (NUPS).

O projeto tem o objetivo de promover a reintegração social das mulheres privadas de liberdade, oferecendo atividades que possibilitem não apenas o aprendizado profissional, mas também o fortalecimento emocional e social das participantes, preparando-as para uma nova perspectiva de vida após o cumprimento da pena. 

Entre as ações que serão desenvolvidas estarão oficinas de confecção de bonecas artesanais, artesanato em geral, corte e costura, atividades que despertam habilidades, incentivam a criatividade e possibilitam futura geração de renda quando essas mulheres retornarem ao convívio social.

Essa semana, o juiz titular da 1ª  Vara Criminal Renan Kirihata e a equipe do Núcleo Psicossocial realizaram visita institucional à "Associação Ser Mulher", entidade que passará a atuar como parceira do projeto. Inicialmente, a associação desenvolverá oficinas de confecção de laços artesanais, atividade que irá contribuir, inclusive, para remição de pena das internas participantes, conforme previsão legal relacionada às atividades laborais e educacionais no sistema prisional.

Durante a visita, a presidente da Associação Ser Mulher, professora Lucila de Oliveira, colocou-se à disposição para contribuir com o projeto, destacando a importância social da iniciativa.“É uma ação extremamente importante, porque ajuda essas mulheres a reconstruírem suas vidas, fortalece a autoestima e cria oportunidades para que, ao saírem do sistema prisional, tenham mais facilidade na ressocialização e também na geração de renda”, destacou a presidente.

Além das oficinas profissionalizantes, o Projeto “Mulheres que Renascem” também desenvolve atividades voltadas ao fortalecimento emocional, social e psicológico das participantes. 

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