Justiça decreta prisão preventiva por morte de professora

A justiça acolheu o pedido e converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) - Publicada em 09 de fevereiro de 2026 às 08:30

Justiça decreta prisão preventiva por morte de professora

Em audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado (7/2), o Ministério Público, após analisar as condições da prisão do aluno suspeito de matar a professora de direito de uma faculdade da capital, solicitou a prisão preventiva do autor do crime, como garantia da ordem pública.

A justiça acolheu o pedido e converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. O MPRO continuará atuando no caso em busca de justiça pela professora.

O caso

Na noite da sexta-feira (6/2), a professora acadêmica Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, que também exercia a função de escrivã na Polícia Civil de Rondônia, foi assassinada na sala de aula de uma faculdade particular em Porto Velho, vítima de golpes de faca desferidos por João Junior, aluno do curso.

Justiça decreta prisão preventiva por morte de professora

A justiça acolheu o pedido e converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Publicada em 09 de fevereiro de 2026 às 08:30
Justiça decreta prisão preventiva por morte de professora

Em audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado (7/2), o Ministério Público, após analisar as condições da prisão do aluno suspeito de matar a professora de direito de uma faculdade da capital, solicitou a prisão preventiva do autor do crime, como garantia da ordem pública.

A justiça acolheu o pedido e converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. O MPRO continuará atuando no caso em busca de justiça pela professora.

O caso

Na noite da sexta-feira (6/2), a professora acadêmica Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, que também exercia a função de escrivã na Polícia Civil de Rondônia, foi assassinada na sala de aula de uma faculdade particular em Porto Velho, vítima de golpes de faca desferidos por João Junior, aluno do curso.

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