Lei pode garantir spray de pimenta para mulheres em Porto Velho

Projeto foi apresentado na Câmara Municipal e prevê critérios para aquisição

Fonte: Texto: João Paulo Prudêncio Foto: Secom - Publicada em 02 de março de 2026 às 14:46

Lei pode garantir spray de pimenta para mulheres em Porto Velho

Venda será limitada a duas unidades por CPF

O Poder Executivo de Porto Velho encaminhou à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 12/02/26, que institui a Política Municipal de Proteção à Mulher e regulamenta o porte de spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa.

De acordo com a proposta, mulheres a partir dos 16 anos poderão adquirir o popular “spray de pimenta” em estabelecimentos comerciais situados na capital. A venda será limitada a duas unidades por CPF. No caso de menores de idade, será obrigatória a apresentação de autorização formal dos responsáveis legais.

Os comércios autorizados a vender o produto deverão manter um cadastro com os dados da compradora, incluindo nome completo, número do documento de identidade e endereço, pelo prazo de cinco anos, em registro privado.

Léo Moraes afirmou que a proposta fortalece a proteção à vida e à integridade física das mulheres de Porto VelhoLéo Moraes afirmou que a proposta fortalece a proteção à vida e à integridade física das mulheres de Porto Velho

Segundo o prefeito Léo Moraes, a proposta representa um avanço na proteção da vida e da integridade física das mulheres porto-velhenses, diante dos persistentes índices de violência de gênero registrados na região.

“Trata-se de uma ferramenta de empoderamento e de exercício do direito fundamental à legítima defesa, previsto em nosso ordenamento jurídico. O projeto foi cuidadosamente elaborado para estabelecer critérios claros e seguros para a aquisição e o porte do dispositivo”, destacou o prefeito.

O texto também prevê que o uso do spray fora das hipóteses de legítima defesa poderá acarretar sanções cíveis e criminais, conforme a legislação vigente.

O projeto ainda passará por duas votações no parlamento municipal antes de seguir para eventual sanção do Executivo.

Lei pode garantir spray de pimenta para mulheres em Porto Velho

Projeto foi apresentado na Câmara Municipal e prevê critérios para aquisição

Texto: João Paulo Prudêncio Foto: Secom
Publicada em 02 de março de 2026 às 14:46
Lei pode garantir spray de pimenta para mulheres em Porto Velho

Venda será limitada a duas unidades por CPF

O Poder Executivo de Porto Velho encaminhou à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 12/02/26, que institui a Política Municipal de Proteção à Mulher e regulamenta o porte de spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa.

De acordo com a proposta, mulheres a partir dos 16 anos poderão adquirir o popular “spray de pimenta” em estabelecimentos comerciais situados na capital. A venda será limitada a duas unidades por CPF. No caso de menores de idade, será obrigatória a apresentação de autorização formal dos responsáveis legais.

Os comércios autorizados a vender o produto deverão manter um cadastro com os dados da compradora, incluindo nome completo, número do documento de identidade e endereço, pelo prazo de cinco anos, em registro privado.

Léo Moraes afirmou que a proposta fortalece a proteção à vida e à integridade física das mulheres de Porto VelhoLéo Moraes afirmou que a proposta fortalece a proteção à vida e à integridade física das mulheres de Porto Velho

Segundo o prefeito Léo Moraes, a proposta representa um avanço na proteção da vida e da integridade física das mulheres porto-velhenses, diante dos persistentes índices de violência de gênero registrados na região.

“Trata-se de uma ferramenta de empoderamento e de exercício do direito fundamental à legítima defesa, previsto em nosso ordenamento jurídico. O projeto foi cuidadosamente elaborado para estabelecer critérios claros e seguros para a aquisição e o porte do dispositivo”, destacou o prefeito.

O texto também prevê que o uso do spray fora das hipóteses de legítima defesa poderá acarretar sanções cíveis e criminais, conforme a legislação vigente.

O projeto ainda passará por duas votações no parlamento municipal antes de seguir para eventual sanção do Executivo.

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