Maduro caiu. Lula é o próximo?
Na verdade, quem está preso por tentativa de golpe de Estado e tão cedo não será libertado é Jair Bolsonaro
Os Estados Unidos bombardearam, invadiram a Venezuela e prenderam o ditador Nicolás Maduro e o levaram junto com a sua esposa para ser julgado nos Estados Unidos. Essa covarde intervenção norte-americana em um país soberano reacendeu no Brasil, principalmente entre os muitos tolos bolsonaristas, a possível ideia de que Lula, o atual presidente brasileiro, possa também ter o mesmo destino. Não terá!
Na verdade, quem está preso por tentativa de golpe de Estado e tão cedo não será libertado é Jair Bolsonaro. O que Donald Trump fez teve certamente o aval de outras potências estrangeiras como a Rússia e a China. A nova Yalta (Crimeia), ou a NOM, Nova Ordem Mundial, já decidiu que Putin invadiu a Ucrânia, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e a China vai invadir Taiwan. E nenhum deles se mete nas investidas do outro. Só umas notinhas bobas.
A Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo com mais de 300 bilhões de barris. Os Estados Unidos estão de olho nesta riqueza e vão roubar, claro, tudo o que puder. Além disso, o país sul-americano tem terras raras e muitas outras riquezas minerais. Nicolás Maduro era um ditador, não resta a menor dúvida. Perdeu as últimas eleições presidenciais para a oposição, mas não entregou o poder. O Brasil de Lula e do PT não reconheceu a sua vitória, assim como vários outros países do mundo.
Mesmo assim os imperialistas norte-americanos, nem nenhum outro país do mundo, tinham o direito de bombardear e invadir o nosso vizinho. O direito internacional não foi para o beleléu dessa vez, já tinha ido bem antes quando Israel, com a ajuda dos norte-americanos, provocou um Holocausto em Gaza. E a ONU nada disse, nada fez, só olhou.
Aliás, quem manda mesmo no mundo hoje são as três maiores potências militares da atualidade: Estados Unidos, Rússia e China. A França e o Reino Unido, apesar de também pertencerem ao Conselho de Segurança da ONU, parece que não têm vez nem voz. A desgastada e inútil Organização das Nações Unidas virou um brinquedo nas mãos dessas nações mais poderosas. Essa entidade infelizmente não tem atualmente nenhuma credibilidade. Já o Brasil é muito pior do que um zero à esquerda. Sem nenhum destaque internacional e com suas Forças Armadas em frangalhos, nosso país é o que sempre foi: uma vergonha internacional. “Um anão diplomático”, como bem
frisou um diplomata de Israel. Os Estados Unidos não vão, por enquanto, tomar qualquer medida contra o nosso já aniquilado país. Mesmo ambicionando a Amazônia e todas as nossas riquezas naturais.
Nossas Forças Armadas não aguentariam nem meia hora de combate contra uma potência como os Estados Unidos. Numa guerra de verdade nós perderíamos até para a Bolívia. Mas os bolsonaristas gostariam que Donald Trump nos invadisse, tomasse o governo de assalto e prendesse o Lula assim como fez com a Venezuela e o Maduro.
Não só prender o Lula, mas também o Alexandre de Moraes, o Flávio Dino e muitas outras autoridades brasileiras. E, lógico, fechasse o STF e colocasse o presidiário Jair Bolsonaro no poder. Mesmo o Brasil sendo o “quintal” dos Estados Unidos é muito pouco provável que isso aconteça. A Rússia e a China, os nossos parceiros nos BRICS, não iriam se incomodar muito, pois já têm os seus próprios quintais para se preocupar.
Mas é bom Lula colocar suas “barbas de molho” e maneirar com suas declarações, pois não se deve confiar muito numa nação imperialista como os Estados Unidos. Um feliz
2026 para nós.
*Foi Professor em Porto Velho.
Saiba a diferença entre coligações e federações partidárias
Pela segunda vez em eleições gerais, agremiações poderão se organizar em federações
Registro de pesquisas eleitorais já está em vigor desde 1º de janeiro
Cadastro dos levantamentos na Justiça Eleitoral deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação
Deputados aprovam extinção da Somar e atualização da estrutura do governo estadual
Além da extinção da Somar, o PLC 163/2025 atualiza dispositivos que tratam da coordenação do planejamento e da governança estadual, reforçando o papel da Câmara de Coordenação e Governança Estadual (CCGE) e de seus comitês no acompanhamento e na integração das políticas públicas




Comentários
Seja o primeiro a comentar
Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook