MPRO denuncia homem por latrocínio, sequestro e tortura

O crime aconteceu na manhã do dia 2 de abril de 2026, na Estrada do Calcário

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI) - Publicada em 15 de abril de 2026 às 08:32

MPRO denuncia homem por latrocínio, sequestro e tortura

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Espigão do Oeste, denunciou um homem por latrocínio, sequestro, cárcere privado, tortura e fraude processual, após a morte de uma mulher ocorrida na zona rural do município.

O crime aconteceu na manhã do dia 2 de abril de 2026, na Estrada do Calcário. Segundo a investigação, a vítima, uma empresária da cidade, foi atraída por meio de uma falsa negociação, mantida sob domínio do suspeito e, depois, morta com golpes de arma branca.

De acordo com a denúncia, o suspeito, que encontra-se preso, entrou em contato com a vítima dias antes, fingindo interesse na compra de joias e de um imóvel. Ele teria dito que havia recebido uma herança, para convencer a vítima a marcar um encontro.

No dia combinado, a mulher foi levada até um local afastado. Lá, teve a liberdade restrita. Ela ficou sob vigilância, sem chance de sair ou pedir ajuda. Ainda conforme o MPRO, a vítima foi agredida e sofreu golpes com objeto cortante. Esses golpes atingiram órgãos vitais, como o coração e os pulmões.

A morte ocorreu por choque causado pela perda de sangue após perfuração no coração. O laudo pericial confirmou as lesões e a causa da morte. Após o crime, o suspeito teria levado joias, documentos e celular da vítima. O valor das joias foi estimado em cerca de R$ 500 mil.

Segundo a denúncia, ele também ateou fogo no carro da vítima. A ação teria o objetivo de apagar vestígios e dificultar o trabalho da polícia e da perícia. O MPRO aponta que a vítima passou por sofrimento físico e mental antes da morte. Ela foi mantida vendada e sem liberdade.

O Ministério Público pediu a condenação do acusado e a reparação mínima de R$ 800 (oitocentos) mil à família da vítima. Também solicitou a continuidade das investigações para identificar possíveis outros envolvidos.

MPRO denuncia homem por latrocínio, sequestro e tortura

O crime aconteceu na manhã do dia 2 de abril de 2026, na Estrada do Calcário

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Publicada em 15 de abril de 2026 às 08:32
MPRO denuncia homem por latrocínio, sequestro e tortura

O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Espigão do Oeste, denunciou um homem por latrocínio, sequestro, cárcere privado, tortura e fraude processual, após a morte de uma mulher ocorrida na zona rural do município.

O crime aconteceu na manhã do dia 2 de abril de 2026, na Estrada do Calcário. Segundo a investigação, a vítima, uma empresária da cidade, foi atraída por meio de uma falsa negociação, mantida sob domínio do suspeito e, depois, morta com golpes de arma branca.

De acordo com a denúncia, o suspeito, que encontra-se preso, entrou em contato com a vítima dias antes, fingindo interesse na compra de joias e de um imóvel. Ele teria dito que havia recebido uma herança, para convencer a vítima a marcar um encontro.

No dia combinado, a mulher foi levada até um local afastado. Lá, teve a liberdade restrita. Ela ficou sob vigilância, sem chance de sair ou pedir ajuda. Ainda conforme o MPRO, a vítima foi agredida e sofreu golpes com objeto cortante. Esses golpes atingiram órgãos vitais, como o coração e os pulmões.

A morte ocorreu por choque causado pela perda de sangue após perfuração no coração. O laudo pericial confirmou as lesões e a causa da morte. Após o crime, o suspeito teria levado joias, documentos e celular da vítima. O valor das joias foi estimado em cerca de R$ 500 mil.

Segundo a denúncia, ele também ateou fogo no carro da vítima. A ação teria o objetivo de apagar vestígios e dificultar o trabalho da polícia e da perícia. O MPRO aponta que a vítima passou por sofrimento físico e mental antes da morte. Ela foi mantida vendada e sem liberdade.

O Ministério Público pediu a condenação do acusado e a reparação mínima de R$ 800 (oitocentos) mil à família da vítima. Também solicitou a continuidade das investigações para identificar possíveis outros envolvidos.

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