PRESENTE DE NATAL OU PRESENTE DE GREGO
Folha complementar paga pela Prefeitura de Porto Velho gera revolta entre servidores da educação e levanta questionamentos sobre atuação sindical e honorários advocatícios
Porto Velho (RO) – O que deveria ser um alívio financeiro de fim de ano transformou-se em motivo de indignação para centenas de servidores municipais da educação de Porto Velho. No último dia 26 de dezembro de 2025, a Prefeitura liberou uma folha complementar referente às diferenças decorrentes do processo judicial nº 7039552-21.2024.8.22.0001, ajuizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) em face do Município de Porto Velho. No entanto, os valores efetivamente creditados nas contas dos servidores ficaram muito aquém do que era esperado.
Após a liberação da folha, multiplicaram-se denúncias de professores e demais trabalhadores da educação, que relataram surpresa e revolta ao constatarem que os valores líquidos recebidos não guardavam qualquer proporcionalidade com o direito reconhecido judicialmente. Em diversos casos analisados, os espelhos financeiros da folha complementar indicam descontos expressivos atribuídos a supostos honorários advocatícios, que, segundo os próprios servidores, ultrapassariam 50% do valor bruto devido.
Um dos exemplos mais emblemáticos envolve um servidor que, conforme os cálculos apresentados, teria direito a receber aproximadamente R$ 9.000,00, mas acabou recebendo apenas R$ 2.400,00 líquidos, o que representa uma redução drástica do montante originalmente esperado. Situações semelhantes vêm sendo relatadas em larga escala, gerando forte sensação de prejuízo e falta de transparência.
Outro ponto que agrava o cenário é a informação, trazida por inúmeros denunciantes, de que a maioria dos servidores não firmou qualquer procuração com o sindicato ou com os advogados responsáveis pela ação judicial. Ainda assim, os descontos teriam sido aplicados de forma generalizada, levantando dúvidas relevantes sobre a legalidade, a autorização individual e a base contratual que justificariam tais retenções.
Diante da gravidade dos fatos narrados e da repercussão entre os trabalhadores da educação, cresce o apelo para que haja intervenção da imprensa rondoniense e dos poderes públicos constituídos, especialmente de órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público do Estado de Rondônia, o Tribunal de Contas e demais instituições competentes. A expectativa dos servidores é que os fatos sejam devidamente apurados, garantindo-se transparência, legalidade e a efetiva proteção dos direitos trabalhistas.
O episódio reacende o debate sobre a atuação de entidades sindicais e escritórios de advocacia em demandas coletivas, bem como sobre os limites éticos e jurídicos na cobrança de honorários, sobretudo quando envolvem verbas de natureza alimentar. Para muitos servidores, o que chegou às suas contas bancárias não foi um presente de Natal, mas sim um verdadeiro “presente de grego”.
NOTA DA REDAÇÃO: O TEXTO É DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DO TUDORONDONIA. O ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA QUE REPRESENTA OS TRABALHADORES NÃO É DOS ADVOGADOS HÉLIO VIEIRA E ZÊNIA CERNOV. O SITE TUDORONDONIA ERROU - E ERROU FEIO - QUANDO CREDITOU, INDEVIDAMENTE, ESTE TEXTO À DOUTORA ZÊNIA, QUE NÃO TEM ABSOLUTAMENTE NADA A VER COM A CAUSA EM QUESTÃO NEM COM A PUBLICAÇÃO QUE, REPETIMOS, É DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DO SITE DE NOTÍCIAS.
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Comentários
Informo que não sou responsável pelo texto, não autorizei colocarem meu nome na matéria e o escritório Hélio Vieira e Zênia Cernov nunca cuidou desse processo, pertence a outra banca de Advogados.
Se é lei aplicar o piso salarial, e foi feito um acordo, então no meu entendimento não precisa de honorários pelos atrasados e se é lei aplicar o índice anunciado não precisa pagar honorários pela implantação, o SINTERO tem que devolver os dois descontos porque a ação não foi conclusa pelo esforço dos advogados e sim Gestor (prefeito) e a classe, no meu entendimento que não assinou procuração não deve ter desconto. Justiça Neles
A verdade, é que, o que fazer o Governo Federal,nos tira 2% de Imposto de Rendas, mais 40%, de impostos no alimentos,gasolina, IPVA,IPTU, desconto do IPERON, chamado de contribuição patronal, embora já pagamos todo mês, mais de 11%, vão se fd,estamos sendo lesados, precisamos fazer uma revolução e parar o país, ops,mas, os Juízes,não vão deixar, com um salário de dezembro,ou novembro,sei lá, de 1.770,000,😷😷😷😷😷😷😷😷😷
A verdade, é que, o que fazer o Governo Federal,nos tira 2% de Imposto de Rendas, mais 40%, de impostos no alimentos,gasolina, IPVA,IPTU, desconto do IPERON, chamado de contribuição patronal, embora já pagamos todo mês, mais de 11%, vão se fd,estamos sendo lesados, precisamos fazer uma revolução e parar o país, ops,mas, os Juízes,não vão deixar, com um salário de dezembro,ou novembro,sei lá, de 1.770,000,😷😷😷😷😷😷😷😷😷
E que presente de grego, fomos humilhados e massacrados, o prefeito tik tok, não está nem aí para os professores, engraçado é que querem um Ideb acima sempre, mas valorização que é merecido, nada! Eu falo porque não tenho político de estimação, odeio quem puxa saco desses seres, puxam porque é um cabide de emprego, quando se vai numa secretaria qualquer da prefeitura o que se vê é servidor comissionado sem fazer nada, pois não sabem mesmo. Eu sou concursada, entrei por minha capacidade e competência.
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