Presidente Laerte Gomes discute obra de esgotamento sanitário em reunião na Casa Civil

Na presença do diretor do DER, engenheiros e proprietário da fazenda onde a estação será construída conversaram sobre um possível deslocamento das instalações para outra área

Juliana Martins-ALE/RO Foto: Assessoria
Publicada em 13 de outubro de 2020 às 17:18
Presidente Laerte Gomes discute obra de esgotamento sanitário em reunião na Casa Civil

No início da tarde desta terça-feira (13), durante reunião realizada na Casa Civil, o presidente Laerte Gomes conversou sobre a construção e a instalação da Estação de Tratamento do Esgotamento Sanitário de Ji-Paraná, a maior obra pública do município.

“Queremos discutir esse assunto com muito cuidado, ouvindo todos os envolvidos, a empresa responsável pela obra, o dono da propriedade que pode vir a ser afetada pela construção, vamos ouvir também o Governo, por meio do DER, da Casa Civil, enfim, fazer de tudo para não prejudicarmos essa que é uma obra importantíssima para Ji-Paraná”, destacou Laerte Gomes.

Além do parlamentar, estavam presentes na reunião, o chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, o diretor-geral do DER, Elias Rezende, os engenheiros civis da A. Gaspar/Proacqua, empresa responsável pelas obras, Rafael Gaspar Pessoa e André Gaspar Dias, a chefe de gabinete da presidência da Assembleia Legislativa, Cláudia Santos, Ari Saraiva da Assovis e o proprietário da área onde será instalada a obra, José da Paz Silva Junior.

Após as discussões, segundo o engenheiro de campo Rafael Gaspar, ficou decidido que um novo levantamento será feito para verificar a possibilidade de deslocar a obra para uma outra área que não seja no meio fazenda de José da Paz Silva Júnior e assim evitar que se inviabilize a propriedade.

A obra de saneamento de Ji-Paraná será executada com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na ordem de R$ 150 milhões. De acordo com o projeto, serão entregues mais de 440 quilômetros de tubulação e uma Estação de Tratamento de Esgoto, com quatro lagoas facultativas e outras quatro anaeróbias, para atender 29.117 unidades residenciais. As obras têm três anos para serem concluídas.

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