Promotores de Justiça realizam sobrevoo em áreas de queimadas na região do Valé do Guaporé
O voo foi feito no helicóptero do Corpo de Bombeiros com objetivo de verificar a extensão da degradação ambiental da região por causa das queimadas
Promotores de Justiça da Comarcas de São Francisco do Guaporé, Costa Marques e Alvorada do Oeste fizeram um sobrevoo nesta segunda-feira (14/9), na região do Vale do Rio Guaporé e as margens da BR- 429, para acompanhar os trabalhos desenvolvidos na operação Hiléia, Fase VIII, Coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM\0 com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar Ambiental e Exército Brasileiro.
O voo foi feito no helicóptero do Corpo de Bombeiros com objetivo de verificar a extensão da degradação ambiental da região por causa das queimadas.
Após o trabalho de campo, os Promotores de Justiça se reuniram com os membros da equipe para obterem informações a respeito das autuações que têm sido feitas, bem como verificarem meios de atuação estratégica e coordenada entre os órgãos envolvidos, buscando prevenir e combater novos atos criminosos contra o meio ambiente.
A Operação Hiléia, de combate ao desmatamento e queimadas. propõe ações preventivas e repressivas contra crimes ambientais em Rondônia. A 8ª fase está sendo realizada desde o dia 10 de setembro em toda a Região do Vale do Guaporé, abrangendo Costa Marques, São Domingos, São Francisco, Seringueiras, Terra Boa e São Miguel, além das áreas de reservas e preservação ambiental.
A ação de fiscalização contra crimes ambientais conta com a participação do Grupamento de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento da Amazônia (SEDAM) e Batalhão da Polícia Ambiental (BPA).
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Comentários
É interessante essa fiscalização do meio ambiente só em período de seca, essa tal fiscalização tem que ser em períodos de chuvas tem madeireiros que derrubam nesses período eles não param na busca por madeira; então só temos derrubadas no verão? A corda meio ambiente, depois da floresta no chão não adianta essa suposta fiscalização com passeios de aeronaves e fotografias aérias.
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