Sete mortes no trânsito em cerca de 50 horas

Todos os dias, indo e vindo, há cerca de três mil caminhões trafegando nos perto de mil quilômetros entre Vilhena e a fronteira com o Acre

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 04 de fevereiro de 2026 às 17:21

Sete mortes no trânsito em cerca de 50 horas

O trânsito mata cada vez mais. Em Rondônia, a BR 364 assassina levou mais seis vidas neste final de semana passado, em pouco mais de 50 horas. Quatro delas num único acidente, registrado em Candeias do Jamari. Outras duas mortes ocorreram perto de Cacoal. A sétima foi em Porto Velho, dentro da cidade. Ultrapassagens em local proibido, velocidade muito acima da permitida, ignorar a sinalização, esquecer que há buracos em alguns trechos e que há muitas centenas de caminhões trafegando, todos os dias, de dia ou de noite, acaba sendo fatal para quem esquece que está rodando numa rodovia de altíssimo o perigo.

Todos os dias, indo e vindo, há cerca de três mil caminhões trafegando nos perto de mil quilômetros entre Vilhena e a fronteira com o Acre. O perigo é enorme, para quem não respeitar a sinalização, andar em velocidades absurdas ou, ainda, cometer a tentativa de suicídio de ultrapassar em local proibido. A chance imediata de bater de frente com um destes inúmeros caminhões pesados que vão e vêm, é imensa. Numa colisão assim, o motorista num carro comum têm possibilidade nenhuma de sobreviver.

As campanhas feitas pelos órgãos de trânsito continuam sendo ignoradas, principalmente quando se trata de rodar nas BRs. Imagine-se o que pode acontecer, em termos de acidentes graves e de muito mais mortes, quando motoristas com habilitação que não passaram por autoescolas e nem por testes simples, como a baliza, forem maioria nas ruas das cidades e nas rodovias, como deve ocorrer daqui a alguns anos! Será o caos ou não vai mudar muito do que já é hoje?

Sete mortes no trânsito em cerca de 50 horas

Todos os dias, indo e vindo, há cerca de três mil caminhões trafegando nos perto de mil quilômetros entre Vilhena e a fronteira com o Acre

Sérgio Pires
Publicada em 04 de fevereiro de 2026 às 17:21
Sete mortes no trânsito em cerca de 50 horas

O trânsito mata cada vez mais. Em Rondônia, a BR 364 assassina levou mais seis vidas neste final de semana passado, em pouco mais de 50 horas. Quatro delas num único acidente, registrado em Candeias do Jamari. Outras duas mortes ocorreram perto de Cacoal. A sétima foi em Porto Velho, dentro da cidade. Ultrapassagens em local proibido, velocidade muito acima da permitida, ignorar a sinalização, esquecer que há buracos em alguns trechos e que há muitas centenas de caminhões trafegando, todos os dias, de dia ou de noite, acaba sendo fatal para quem esquece que está rodando numa rodovia de altíssimo o perigo.

Todos os dias, indo e vindo, há cerca de três mil caminhões trafegando nos perto de mil quilômetros entre Vilhena e a fronteira com o Acre. O perigo é enorme, para quem não respeitar a sinalização, andar em velocidades absurdas ou, ainda, cometer a tentativa de suicídio de ultrapassar em local proibido. A chance imediata de bater de frente com um destes inúmeros caminhões pesados que vão e vêm, é imensa. Numa colisão assim, o motorista num carro comum têm possibilidade nenhuma de sobreviver.

As campanhas feitas pelos órgãos de trânsito continuam sendo ignoradas, principalmente quando se trata de rodar nas BRs. Imagine-se o que pode acontecer, em termos de acidentes graves e de muito mais mortes, quando motoristas com habilitação que não passaram por autoescolas e nem por testes simples, como a baliza, forem maioria nas ruas das cidades e nas rodovias, como deve ocorrer daqui a alguns anos! Será o caos ou não vai mudar muito do que já é hoje?

Comentários

    Seja o primeiro a comentar

Envie seu Comentário

 

Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook

As Escolas militar é eiscelentes

As Escolas militar é eiscelentes

Obedecê é uma tarefa ensinada pela familia em casa. Assim como tambem crê em alguma divindade. Não precisa de escolas nem de ninguém para ensinar o que a familia devia ensinar. E isso!