SINTERO critica índice do piso do magistério para 2026

Publicação do Diário Oficial apontou 0,37%, percentual que representa perda salarial e não garante a valorização dos profissionais da educação

Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação - SID/Imagem: Jacson Pessoa - Publicada em 08 de janeiro de 2026 às 17:34

SINTERO critica índice do piso do magistério para 2026

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) manifesta seu posicionamento contrário ao índice de 0,37% indicado para o Piso Nacional do Magistério em 2026, divulgado em publicação no Diário Oficial da União (DOU nº 248 C). Por ficar abaixo da inflação, esse percentual não garante a valorização real dos salários da categoria.

O SINTERO acompanha esse debate por meio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que integrou o Fórum do Piso e o grupo de trabalho criado no âmbito do Ministério da Educação para discutir alternativas ao atual critério de correção. Nesse espaço, foram apresentadas propostas para garantir reajustes com ganho real e valorização da formação profissional, mas as negociações foram interrompidas.

A presidenta do SINTERO, Dioneida Castoldi, destaca: “Não vamos nos conformar com um reajuste que representa perda salarial. O magistério já enfrenta muitas dificuldades e não pode pagar essa conta. Vamos lutar até o fim, junto com a CNTE, para que o piso seja corrigido de forma justa e acima da inflação”.

Diante desse cenário, a CNTE já solicitou audiência com o Ministro da Educação para tratar da revisão urgente do critério de atualização do piso. O tema também será pauta do Congresso Nacional da CNTE, que acontece de 15 a 18 janeiro, e, caso não haja avanços, novas ações de cobrança ao governo federal serão organizadas.

O SINTERO não aceita que o piso nacional seja corrigido por um índice que, na prática, significa perda salarial para quem sustenta a escola pública todos os dias. Por isso, o sindicato seguirá ao lado da CNTE, participando e fortalecendo todos os encaminhamentos de luta definidos nacionalmente para garantir um piso que valorize de fato o trabalho e a dignidade dos profissionais da educação.

SINTERO critica índice do piso do magistério para 2026

Publicação do Diário Oficial apontou 0,37%, percentual que representa perda salarial e não garante a valorização dos profissionais da educação

Secretaria de Imprensa e Divulgação - SID/Imagem: Jacson Pessoa
Publicada em 08 de janeiro de 2026 às 17:34
SINTERO critica índice do piso do magistério para 2026

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) manifesta seu posicionamento contrário ao índice de 0,37% indicado para o Piso Nacional do Magistério em 2026, divulgado em publicação no Diário Oficial da União (DOU nº 248 C). Por ficar abaixo da inflação, esse percentual não garante a valorização real dos salários da categoria.

O SINTERO acompanha esse debate por meio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que integrou o Fórum do Piso e o grupo de trabalho criado no âmbito do Ministério da Educação para discutir alternativas ao atual critério de correção. Nesse espaço, foram apresentadas propostas para garantir reajustes com ganho real e valorização da formação profissional, mas as negociações foram interrompidas.

A presidenta do SINTERO, Dioneida Castoldi, destaca: “Não vamos nos conformar com um reajuste que representa perda salarial. O magistério já enfrenta muitas dificuldades e não pode pagar essa conta. Vamos lutar até o fim, junto com a CNTE, para que o piso seja corrigido de forma justa e acima da inflação”.

Diante desse cenário, a CNTE já solicitou audiência com o Ministro da Educação para tratar da revisão urgente do critério de atualização do piso. O tema também será pauta do Congresso Nacional da CNTE, que acontece de 15 a 18 janeiro, e, caso não haja avanços, novas ações de cobrança ao governo federal serão organizadas.

O SINTERO não aceita que o piso nacional seja corrigido por um índice que, na prática, significa perda salarial para quem sustenta a escola pública todos os dias. Por isso, o sindicato seguirá ao lado da CNTE, participando e fortalecendo todos os encaminhamentos de luta definidos nacionalmente para garantir um piso que valorize de fato o trabalho e a dignidade dos profissionais da educação.

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