SINTERO critica índice do piso do magistério para 2026
Publicação do Diário Oficial apontou 0,37%, percentual que representa perda salarial e não garante a valorização dos profissionais da educação
O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) manifesta seu posicionamento contrário ao índice de 0,37% indicado para o Piso Nacional do Magistério em 2026, divulgado em publicação no Diário Oficial da União (DOU nº 248 C). Por ficar abaixo da inflação, esse percentual não garante a valorização real dos salários da categoria.
O SINTERO acompanha esse debate por meio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que integrou o Fórum do Piso e o grupo de trabalho criado no âmbito do Ministério da Educação para discutir alternativas ao atual critério de correção. Nesse espaço, foram apresentadas propostas para garantir reajustes com ganho real e valorização da formação profissional, mas as negociações foram interrompidas.
A presidenta do SINTERO, Dioneida Castoldi, destaca: “Não vamos nos conformar com um reajuste que representa perda salarial. O magistério já enfrenta muitas dificuldades e não pode pagar essa conta. Vamos lutar até o fim, junto com a CNTE, para que o piso seja corrigido de forma justa e acima da inflação”.
Diante desse cenário, a CNTE já solicitou audiência com o Ministro da Educação para tratar da revisão urgente do critério de atualização do piso. O tema também será pauta do Congresso Nacional da CNTE, que acontece de 15 a 18 janeiro, e, caso não haja avanços, novas ações de cobrança ao governo federal serão organizadas.
O SINTERO não aceita que o piso nacional seja corrigido por um índice que, na prática, significa perda salarial para quem sustenta a escola pública todos os dias. Por isso, o sindicato seguirá ao lado da CNTE, participando e fortalecendo todos os encaminhamentos de luta definidos nacionalmente para garantir um piso que valorize de fato o trabalho e a dignidade dos profissionais da educação.
Casa de Passagem fortalece acolhimento a migrantes
ADRA atendeu em três meses 148 migrantes e refugiados, ofertou quase 7 mil refeições e garantiu encaminhamentos sociais, de saúde e trabalho
Janeiro Branco: depressão eleva risco cardiovascular
Em níveis moderados e graves, depressão aumenta risco de morte de pessoas com insuficiência cardíaca em até quatro vezes, indicam estudos. Dos primeiros seis meses a dois anos a partir do diagnóstico cardiológico, chance de suicídio também é maior;
Não há prazer na tua derrota! | Alberto Dinys
Ó Pai Querido, em Ti encontro as misericórdias que me direcionam continuamente em Teus caminhos!




Comentários
Seja o primeiro a comentar
Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook