Site GPT aponta jornalistas políticos mais influentes de Rondônia

Ter o nome como primeiro a ser citado numa pesquisa da IA, isenta e que apenas responde objetivamente o que lhe é perguntado, certamente é algo bastante positivo

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 12 de maio de 2026 às 18:23

Site GPT aponta jornalistas políticos mais influentes de Rondônia

Comentar certas coisas , ainda mais quando envolvem o personagem que escreve, não é fácil! Pode parecer soberba, autopromoção, falta de modéstia. Mas este não é o caso, até porque tem um interesse público e até de informação. O conhecido jornalista Rubens Coutinho, aquele dos comentários ácidos, mas sempre verdadeiro e sem ofensas pessoais a ninguém, decidiu fazer uma pesquisa no site GPT, da Inteligência Artificial, em busca de dados sobre os influenciadores digitais da nossa mídia.

Sua pergunta  foi: “quem é o influenciador digital de nicho político, que não é político, não tem mandato, e que é jornalista, em Rondônia?” A resposta: “em Rondônia, há alguns nomes ligados ao jornalismo político com forte presença digital, mas, considerando o perfil descrito, um dos nomes mais conhecidos e influentes é o jornalista Sérgio Pires”.

A seguir o GPT prosseguiu: “Outro nome que ganhou forte relevância digital nos últimos anos, especialmente no Instagram e em portais de análise política regional, é Rubens Coutinho, editor do portal Tudo Rondônia, com atuação focada em bastidores da política estadual, denúncias, fiscalização de gastos públicos e cobertura eleitoral”.

Foi adiante a resposta: “também aparecem com presença relevante no nicho político digital em Rondônia: Alan Alex, Everton Leoni, Robson Oliveira e Paulo Andreoli”. Obviamente que há muitos outros nomes (Cícero Moura e o professor Herbert Lins, apenas para citar mais dois) que se destacam na imprensa política do nosso Estado.

Ter o nome como primeiro a ser citado numa pesquisa da IA, isenta e que apenas responde objetivamente o que lhe é perguntado, certamente é algo bastante positivo. Dá também mais responsabilidade, no sentido de se manter o tipo de jornalismo feito e o equilíbrio com que se analisa nossa política.

Site GPT aponta jornalistas políticos mais influentes de Rondônia

Ter o nome como primeiro a ser citado numa pesquisa da IA, isenta e que apenas responde objetivamente o que lhe é perguntado, certamente é algo bastante positivo

Sérgio Pires
Publicada em 12 de maio de 2026 às 18:23
Site GPT aponta jornalistas políticos mais influentes de Rondônia

Comentar certas coisas , ainda mais quando envolvem o personagem que escreve, não é fácil! Pode parecer soberba, autopromoção, falta de modéstia. Mas este não é o caso, até porque tem um interesse público e até de informação. O conhecido jornalista Rubens Coutinho, aquele dos comentários ácidos, mas sempre verdadeiro e sem ofensas pessoais a ninguém, decidiu fazer uma pesquisa no site GPT, da Inteligência Artificial, em busca de dados sobre os influenciadores digitais da nossa mídia.

Sua pergunta  foi: “quem é o influenciador digital de nicho político, que não é político, não tem mandato, e que é jornalista, em Rondônia?” A resposta: “em Rondônia, há alguns nomes ligados ao jornalismo político com forte presença digital, mas, considerando o perfil descrito, um dos nomes mais conhecidos e influentes é o jornalista Sérgio Pires”.

A seguir o GPT prosseguiu: “Outro nome que ganhou forte relevância digital nos últimos anos, especialmente no Instagram e em portais de análise política regional, é Rubens Coutinho, editor do portal Tudo Rondônia, com atuação focada em bastidores da política estadual, denúncias, fiscalização de gastos públicos e cobertura eleitoral”.

Foi adiante a resposta: “também aparecem com presença relevante no nicho político digital em Rondônia: Alan Alex, Everton Leoni, Robson Oliveira e Paulo Andreoli”. Obviamente que há muitos outros nomes (Cícero Moura e o professor Herbert Lins, apenas para citar mais dois) que se destacam na imprensa política do nosso Estado.

Ter o nome como primeiro a ser citado numa pesquisa da IA, isenta e que apenas responde objetivamente o que lhe é perguntado, certamente é algo bastante positivo. Dá também mais responsabilidade, no sentido de se manter o tipo de jornalismo feito e o equilíbrio com que se analisa nossa política.

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