Tribunal do Júri condena acusados pelo assassinato de empresário em Triunfo

Um dos dois réus acusados de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver teve pena de 28 anos de prisão em regime inicial fechado

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional - Publicada em 17 de outubro de 2026 às 10:07

Tribunal do Júri condena acusados pelo assassinato de empresário em Triunfo

Depois de dois dias de julgamento, o Tribunal do Júri condenou os réus acusados pelo assassinato do empresário Edson Nascimento Dalto, ocorrido em maio de 2024, no distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari.

Um dos dois réus acusados de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver teve pena de 28 anos de prisão em regime inicial fechado. O segundo, pena de 19 anos. Os dois não poderão recorrer em liberdade.

A terceira ré, acusada de participação na ocultação do cadáver, recebeu pena de 1 ano, em regime inicial aberto; a pena privativa de liberdade foi substituída por restritiva de direitos (prestação de serviços à comunidade).

De acordo com a acusação, o homicídio ocorreu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria começado por cobranças relacionadas ao trabalho e à administração do local.

Tribunal do Júri condena acusados pelo assassinato de empresário em Triunfo

Um dos dois réus acusados de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver teve pena de 28 anos de prisão em regime inicial fechado

Assessoria de Comunicação Institucional
Publicada em 17 de outubro de 2026 às 10:07
Tribunal do Júri condena acusados pelo assassinato de empresário em Triunfo

Depois de dois dias de julgamento, o Tribunal do Júri condenou os réus acusados pelo assassinato do empresário Edson Nascimento Dalto, ocorrido em maio de 2024, no distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari.

Um dos dois réus acusados de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver teve pena de 28 anos de prisão em regime inicial fechado. O segundo, pena de 19 anos. Os dois não poderão recorrer em liberdade.

A terceira ré, acusada de participação na ocultação do cadáver, recebeu pena de 1 ano, em regime inicial aberto; a pena privativa de liberdade foi substituída por restritiva de direitos (prestação de serviços à comunidade).

De acordo com a acusação, o homicídio ocorreu após uma discussão entre o empresário e dois funcionários da propriedade rural. O desentendimento teria começado por cobranças relacionadas ao trabalho e à administração do local.

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