A lava jato em Rondônia: Jornal de senador chama colegas de mafiosos e gangsters

Recentemente, Cassol fez uma série de acusações ao senador Acir Gurgacz e à sua empresa, a Eucatur, acusada de sonegar impostos e agora está recebendo o troco.

Tudorondonia com informações do Diário da Amazônia
Publicada em 17 de abril de 2017 às 08:02
A lava jato em Rondônia: Jornal de senador chama colegas de mafiosos e gangsters

O senador Acir Gurgacz aproveita a oportunidade para dar o troco a adversários, principalmente o inimigo Ivo Cassol

O jornal Diário da Amazônia, do senador Acir Gurgacz (PDT), chamou os senadores Valdir Raupp (PMDB) e Ivo Cassol (PP) de mafiosos. Os dois aparecem nas planilhas de propina da Odebrecht.

Raupp , codinome Alemão, teria recebido R$ 20 milhões; Cassol, alcunhado Maçaranduba e Nova York, teria embolsado R$ 2 milhões e cerca de 60 mil dólares para uma viagem de férias com a família para os Estados Unidos. A este, o jornal da família Gurgacz acrescentou o adjetivo de gangster. 

Por enquanto, eles são investigados. Ainda não foram formalmente denunciados ao Supremo Tribunal Federal, que poderá receber ou não a denúncia. Portanto, Raupp e Cassol não são réus...pelo menos por enquanto. 

Recentemente, Cassol fez uma série de acusações ao senador Acir Gurgacz e à sua empresa, a Eucatur, acusada de sonegar impostos (CONFIRA AQUI),   e agora está recebendo o troco.

Veja trecho da coluna do jornalista Carlos Sperança no Diário da Amazônia desta segunda-feira:

Os mafiosos “Alemão” e “Maçaranduba”, como ficaram conhecidos depois das denúncias da Odebrecht, que cobravam propinas em Rondônia, sempre deram pinta que faziam a política tradicional do populismo e que tinham a mão grande estendida para o erário público. Às voltas com tantos processos desde as décadas passadas, os dois políticos sempre juravam inocência e a coisa ia passando, passando…
De “Alemão” acreditava-se até então numa propina de apenas R$ 500 mil, mas a goela do parlamentar era mais aberta: agora as acusações chegam a R$ 20 milhões, e sua imagem de gangster ilustra as matérias das principais redes de televisão do País. Já “Maçaranduba” tem problemas com a justiça devido às suas empreiteiras que ganhavam todas as licitações em sua cidade de origem. Já está condenado em todas as instâncias, e eis que surge agora também o seu envolvimento na “Operação Lava Jato”. Guloso também, “Maçaranduba” tem apetite e goela voraz, como a de um crocodilo.
As máscaras caíram de vez e novamente a vala comum atinge a classe política de Rondônia. Haja gangsterismo por aqui! É uma praga!

Comentários

  • 1
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    Terezinha Romão Leal Barbosa 17/04/2017

    Trabalhei nos anos de 1989 e1990, fui sacar o FGTS e esses vagabundos não depositaram,e consumiram com minha carteira de trabalho, só tenho contracheques que comprovam, mas não me serviram de nada.

  • 2
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    osvaldo de almeida silva 17/04/2017

    OS TRES SENADORES TEM CULPA NO CARTÓRIO,POIS,CORRUPÇÃO,CAIXA 2,IMPROBIDADE ADMINISTRATIVO,SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS,TAMBÉM TIRA DINHEIRO DA NAÇÃO.SÃO TODOS MENTIROSOS.

  • 3
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    MAURO 17/04/2017

    É o "sujo falando do mal lavado", desde os primórdios que sabemos que essa corja do poder vive de propina (10%) era cobrado em tudo, até para pagar os empenhos vinha o desconto, Cassol pensa que todo mundo é burro, se deu mal, Raupp já havia passado da hora, pelo que fez com o Estado quando foi "Governo", sucateou e deixou funcionários públicos sem salário por quatro meses, caso a Justiça dos homens falhe a Divina é incorruptivel e cobrará com juros e correção. Agora a "Cobra" quer cuidar do "galinheiro" para extinguir sua divida com o Estado, com a fome voraz que tem acabará se engasgando fatalmente, mas o povo está de olho: "aqui prá ele".

  • 4
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    joão bosco 17/04/2017

    e a sonegação da previdência não e crime

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