'Acessibilidade não é favor': voz de quem reivindica direitos

Atualmente, 251 pessoas com deficiência, entre magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as), atuam no TJRO, contribuindo diariamente para o funcionamento e para a prestação jurisdicional

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional - Publicada em 21 de setembro de 2026 às 16:02

'Acessibilidade não é favor': voz de quem reivindica direitos

Dia nacional da luta da pessoa com deficiênciaNeste 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) destaca a importância da acessibilidade, da inclusão e da garantia de oportunidades para que todas as pessoas possam exercer seus direitos e participar plenamente da sociedade.

Atualmente, 251 pessoas com deficiência, entre magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as), atuam no TJRO, contribuindo diariamente para o funcionamento e para a prestação jurisdicional.

Mais do que garantir a presença, promover inclusão significa assegurar condições para que cada pessoa possa desempenhar suas atividades com autonomia, dignidade e igualdade de oportunidades. Nesse sentido, a acessibilidade envolve não apenas adaptações físicas, mas também aspectos relacionados à comunicação, ao transporte, à educação, ao trabalho e, principalmente, à mudança de atitudes.

Essa perspectiva faz parte da experiência de Katielly Baptista da Silva, cadeirante e estagiária que atua na Divisão de Execução Orçamentária do TJRO.

Para ela, é fundamental ampliar a compreensão sobre o significado da acessibilidade. “Acessibilidade não é um favor ou um benefício, é um direito é uma condição necessária para que todos possam participar da sociedade com independência e dignidade”, afirma.

Katielly ressalta que a inclusão vai além de permitir que a pessoa com deficiência esteja presente nos espaços. “Incluir não é apenas permitir que a pessoa esteja presente, mas garantir que ela tenha condições reais de participar e de ter as mesmas oportunidades”, destaca.

Resistência, visibilidade e participação

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é também um momento de dar visibilidade às conquistas e às barreiras que ainda fazem parte da realidade das pessoas com deficiência.

Para Katielly, a data representa “resistência, visibilidade e a lembrança de que ainda temos muito a conquistar”. Ela também destaca a importância de mostrar que a deficiência não impede a realização de projetos pessoais e profissionais.

“É uma oportunidade de mostrar que a deficiência não impede uma pessoa de estudar, trabalhar, construir seus sonhos e ocupar os espaços que deseja”, afirma.

A presença de pessoas com deficiência no ambiente de trabalho contribui para uma sociedade mais inclusiva e para a construção de instituições que reconhecem a diversidade como parte de sua realidade. No Judiciário, esse compromisso também está relacionado à promoção de um ambiente institucional acessível, respeitoso e com igualdade de oportunidades.

Para quem está em busca de oportunidades de estudo e trabalho, Katielly deixa uma mensagem de incentivo: “Busquem conhecimento, ocupem os espaços e não deixem que outras pessoas determinem até onde vocês podem chegar”.

A data, portanto, convida à reflexão sobre os avanços já alcançados e sobre a responsabilidade coletiva de identificar e eliminar barreiras, ampliando a participação das pessoas com deficiência em todos os espaços da sociedade.

'Acessibilidade não é favor': voz de quem reivindica direitos

Atualmente, 251 pessoas com deficiência, entre magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as), atuam no TJRO, contribuindo diariamente para o funcionamento e para a prestação jurisdicional

Assessoria de Comunicação Institucional
Publicada em 21 de setembro de 2026 às 16:02
'Acessibilidade não é favor': voz de quem reivindica direitos

Dia nacional da luta da pessoa com deficiênciaNeste 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) destaca a importância da acessibilidade, da inclusão e da garantia de oportunidades para que todas as pessoas possam exercer seus direitos e participar plenamente da sociedade.

Atualmente, 251 pessoas com deficiência, entre magistrados(as), servidores(as) e estagiários(as), atuam no TJRO, contribuindo diariamente para o funcionamento e para a prestação jurisdicional.

Mais do que garantir a presença, promover inclusão significa assegurar condições para que cada pessoa possa desempenhar suas atividades com autonomia, dignidade e igualdade de oportunidades. Nesse sentido, a acessibilidade envolve não apenas adaptações físicas, mas também aspectos relacionados à comunicação, ao transporte, à educação, ao trabalho e, principalmente, à mudança de atitudes.

Essa perspectiva faz parte da experiência de Katielly Baptista da Silva, cadeirante e estagiária que atua na Divisão de Execução Orçamentária do TJRO.

Para ela, é fundamental ampliar a compreensão sobre o significado da acessibilidade. “Acessibilidade não é um favor ou um benefício, é um direito é uma condição necessária para que todos possam participar da sociedade com independência e dignidade”, afirma.

Katielly ressalta que a inclusão vai além de permitir que a pessoa com deficiência esteja presente nos espaços. “Incluir não é apenas permitir que a pessoa esteja presente, mas garantir que ela tenha condições reais de participar e de ter as mesmas oportunidades”, destaca.

Resistência, visibilidade e participação

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é também um momento de dar visibilidade às conquistas e às barreiras que ainda fazem parte da realidade das pessoas com deficiência.

Para Katielly, a data representa “resistência, visibilidade e a lembrança de que ainda temos muito a conquistar”. Ela também destaca a importância de mostrar que a deficiência não impede a realização de projetos pessoais e profissionais.

“É uma oportunidade de mostrar que a deficiência não impede uma pessoa de estudar, trabalhar, construir seus sonhos e ocupar os espaços que deseja”, afirma.

A presença de pessoas com deficiência no ambiente de trabalho contribui para uma sociedade mais inclusiva e para a construção de instituições que reconhecem a diversidade como parte de sua realidade. No Judiciário, esse compromisso também está relacionado à promoção de um ambiente institucional acessível, respeitoso e com igualdade de oportunidades.

Para quem está em busca de oportunidades de estudo e trabalho, Katielly deixa uma mensagem de incentivo: “Busquem conhecimento, ocupem os espaços e não deixem que outras pessoas determinem até onde vocês podem chegar”.

A data, portanto, convida à reflexão sobre os avanços já alcançados e sobre a responsabilidade coletiva de identificar e eliminar barreiras, ampliando a participação das pessoas com deficiência em todos os espaços da sociedade.

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