Germano Soares, presidente da Pública - Central do Servidor, participou de Audiência Pública na ALE-RO

De acordo com Germano Soares: “ Não há como falar em reforma da previdência sem antes realizar uma auditoria nas contas e constatar a veracidade dos números apresentados pelo governo”.

Assessoria
Publicada em 22 de março de 2017 às 11:59
Germano Soares, presidente da Pública - Central do Servidor, participou de Audiência Pública na ALE-RO

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), e o deputado Anderson do Singeperon (PV) realizaram na manhã de segunda-feira (20), no Plenário da Assembleia Legislativa, audiência pública que debateu, em conjunto com a bancada federal de Rondônia, a Proposta de Emenda Constitucional 287/16, que versa sobre a Reforma da Previdência.

A representante da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfipe), Isabel Elias Pereira, realizou exposição explicando os pontos da reforma proposta pelo governo, salientando que há possibilidade até de que benefícios podem ser inferiores ao salário mínimo. Destacou os grandes desvios históricos da previdência como a construção da Transamazônica e Itaipu e as características dos sistemas de seguridade social, as formas de cobertura previdenciária, forma de financiamento. Isabel destacou que mesmo o governo falando que é deficitária, “provamos que isso é mentira”.

Também se posicionaram contra a reforma da Previdência, da forma como foi apresentada, os seguintes representantes sindicais: Caio Marin (Sindsaúde); Cleiton dos Santos (Federação dos Bancários); Germano Soares (PÚBLICA – CENTRAL DO SERVIDOR) e Isaac Bonfim (Socioeducadores); vereadores de Candeias do Jamari, Professor de Assis (PCdoB) e João Henrique Simeoni (CSB); João Bosco (Policiais Federais); Rubens Luz (Sindler); Francisco Roque (Sinjur); Raimundo Nonato (Conselho Estadual de Saúde); Mara Valverde (Sindler); Carlos Lima (servidor federal); e Nailor Gato (Sindur).

De acordo com Germano Soares: “ Não há como falar em reforma da previdência sem antes realizar uma auditoria nas contas e constatar a veracidade dos números apresentados pelo governo”.

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