Projeto Governar avança após reunião entre instituições
O projeto governar propõe a atuação integrada entre os órgãos públicos, promovendo mais eficiência, cooperação institucional e desenvolvimento social sustentável no estado
O Projeto Governar deu mais um passo importante nesta semana com a consolidação de sua metodologia de trabalho, definição do cronograma e organização dos eixos temáticos. O encontro, conduzido pela juíza secretária-geral Karina Miguel Sobral e a secretária de governança do TJRO, Rosimeire Moreira foi na sede da Escola Superior do Ministério Público de Rondônia (Empro).
O projeto governar propõe a atuação integrada entre os órgãos públicos, promovendo mais eficiência, cooperação institucional e desenvolvimento social sustentável no estado. Estiveram presentes representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas, Procuradoria-Geral do Estado.
Durante a reunião, foi ressaltada a relevância desta etapa fundamental para a consolidação do projeto, que já possui documentação em andamento e acordos iniciais formalizados. O destaque foi a organização dos grupos técnicos temáticos, responsáveis por desenvolver e implementar planos de ação em cinco áreas prioritárias.

A governança do projeto também foi detalhada, com três níveis de atuação: a instância deliberativa (composta pelos chefes das instituições), o grupo técnico de gestão (responsável por diretrizes e monitoramento) e os grupos técnicos temáticos (encarregados da execução). O Tribunal de Justiça participa ativamente dessas instâncias, reforçando seu compromisso com a modernização e integração institucional.
Outro ponto importante foi a definição do cronograma. A próxima etapa será uma reunião ampliada de integração, prevista para abril, seguida da elaboração dos planos de ação e da formalização dos Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) ao longo do ano. O primeiro fórum de avaliação está programado para dezembro, quando serão apresentados resultados e metas.
Também foram definidas as lideranças dos eixos temáticos, incluindo áreas como enfrentamento à violência contra a mulher, infância e juventude, saúde, desjudicialização e segurança pública.
A reunião abordou ainda a necessidade de padronização dos fluxos internos para análise e validação dos ACTs, respeitando as particularidades de cada instituição. Outro avanço importante foi a proposta de criação de um painel integrado de monitoramento, que permitirá o acompanhamento, em tempo real, dos indicadores e resultados, garantindo mais transparência à sociedade.
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