Rondônia rejeita proposta federal para subsídio do diesel e pode ter impacto no preço
A proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda prevê uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio
O Governo de Rondônia, sob comando do coronel Marcos Rocha (PSD), posicionou-se contra a proposta do Governo Federal para subsidiar a importação de diesel e tentar conter a alta do combustível no país. O Distrito Federal também rejeitou a medida, enquanto ao menos 21 estados já indicaram adesão.
A proposta apresentada pelo Ministério da Fazenda prevê uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado até o fim de maio. Desse total, R$ 0,60 seriam bancados pela União e os outros R$ 0,60 pelos estados. A medida teria validade de dois meses.
O Ministério da Fazenda já advertiu que o preço do diesel pode subir nos estados que não aderirem à proposta. Com isso, Rondônia entra no grupo das unidades da federação que poderão sentir com mais intensidade os efeitos da alta do combustível, caso a medida seja formalizada e mantida pelo governo federal.
Segundo o texto, a medida deve ser viabilizada mesmo sem unanimidade entre os estados e será formalizada por medida provisória. A intenção do governo federal é frear o avanço do diesel sem exigir, neste momento, a redução do ICMS pelos estados.
A proposta substituiu uma ideia inicial que previa zerar o ICMS sobre a importação de diesel até o fim de maio. Esse modelo foi rejeitado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, sob o argumento de que poderia comprometer a arrecadação destinada aos serviços públicos e não garantir queda efetiva no preço ao consumidor.
O governo federal argumenta que a alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio, tem pressionado o preço do diesel e afetado diretamente transporte, produção rural, logística e inflação.
Como o diesel é o principal combustível do transporte de cargas, o aumento tende a ser repassado ao frete, aos alimentos, à energia e ao agronegócio. Esse é o cenário que o Ministério da Fazenda diz querer evitar com a concessão do subsídio aos importadores.
Com a decisão de se posicionar contra a proposta federal, Rondônia se distancia da maioria dos estados que aderiram à política emergencial. O foco agora está nos possíveis reflexos dessa escolha sobre o custo do diesel e sobre os setores que dependem diretamente do combustível no estado.
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Comentários
tudo isso é o orgulho de uma doença chanada bolsonarista mesmo que impacta no próprio bolso
Cadê os manifestantes da moralidade, Cadê o agro que diz que carrega o Brasil nas costa, quando na realidade é o maior benefiário da Lei Kandir, o povo que se ferre, esse incompetente junto com essa equipe sem vergonha não adere uma situação que pode estabilizar os preços no estado, Cadê esses falso moralista peaxse manifestar contra esse inútil
Lamentável que o governo local e seu candidato não pensem nos caminhoneiros e nos consumidores e façam politicagem barata para enganar os conservadores honestos e trabalhadores. Vai vendo meu povo de Rondônia!
Não liga para seu povo. Isso é fome de arrecadar. Só o governo federal tendo que ajustar governo hipócrita
Governador bolsonarista. Vai prejudicar o povo. Esse Governador nunca fez nada por rondônia. Uma vergonha.....
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