Tem 27 milhões para o rateio. Só Bruno Scheid não vai usar um centavo do dinheiro público

O candidato Adailton Fúria, do PSD, fica com a maior faria: 5 milhões de reais

Fonte: Sérgio Pires - Publicada em 08 de setembro de 2026 às 21:56

Tem 27 milhões para o rateio. Só Bruno Scheid não vai usar um centavo do dinheiro público

Faltando 25 dias antes da eleição, finalmente saiu a grana para a campanha. O único diferencial é que um dos candidatos, o representante do PL, Bruno Bolsonaro Scheid, não aceita usar dinheiro público para sua campanha. 

O candidato Adailton Fúria, do PSD, fica com a maior faria: 5 milhões de reais. É o postulante ao governo que, proporcionalmente, receberá os maiores recursos do partido, em nível nacional, porque o PSD  acredita nele para a sucessão de Marcos Rocha.

Com quase dois milhões a menos, o segundo em recursos para a campanha é Marcos Rogério, do PL. Hildon Chaves terá em torno de 3 milhões do União Brasil/Progressistas; Expedito Netto mais de 1 milhão e 800 mil e Pedro Abib um pouco mais de 1 milhão.

Até a terça-feira, Samuel Costa, do PSB, ainda não tinha recebido nada do seu partido. Ele é candidato ao Governo a fórceps, derrubando uma intervenção antidemocrático do diretório nacional. Pode ser que tenha que ir à Justiça novamente, para receber algum valor.

Do grupo de candidatos ao Senado, Silvia Cristina terá mais de 1 milhão e 100 mil, bem mais que o candidato ao Governo do MDB, Pedro Abib. Entre os que querem o Senado, Acir Gurgacz terá 3 milhões; Mariana Carvalho 2 milhões e Fernando Máximo um pouco mais de 1 milhão e 600 mil.

Luciana Oliveira, do PT, tem 1 milhão e 580 mil; Luiz Fernando, do PSB, 1 milhão; Aires Mota, do PV, 300 mil e Engenheiro Tulio, do Missão, 25 mil. Neidinha Suruí, do PSB, até agora só recebeu 100 mil reais do cineasta e herdeiro do Banco Itau, João Moreira Sales. Do partido, zero.

E Bruno Scheid, que usa Bolsonaro como nome do meio na sua campanha,  devidamente autorizado pelo ex-Presidente? Ele é exceção à regra. Decidiu não utilizar um só centavo de dinheiro público para sua campanha.

“Não vou usar. Este lance de dinheiro público, não cola muito com o que eu falo nos últimos seis anos. Eu acho que a palavra até convence, mas o que convence mesmo e arrasta é o exemplo”, afirmou a este Blog, ao confirmar que está fora do rateio da pequena fortuna de dinheiro, que está rolando nas campanhas.

Por enquanto, o valor disponível para todos os candidatos, em Rondônia, é de 27 milhões de reais. Candidatos à Câmara Federal ganharam um pouco mais, dependendo da sua posição, enquanto os que concorrem à Assembleia, com exceções importantes, vão fazer uma campanha paupérrima.

Tem 27 milhões para o rateio. Só Bruno Scheid não vai usar um centavo do dinheiro público

O candidato Adailton Fúria, do PSD, fica com a maior faria: 5 milhões de reais

Sérgio Pires
Publicada em 08 de setembro de 2026 às 21:56
Tem 27 milhões para o rateio. Só Bruno Scheid não vai usar um centavo do dinheiro público

Faltando 25 dias antes da eleição, finalmente saiu a grana para a campanha. O único diferencial é que um dos candidatos, o representante do PL, Bruno Bolsonaro Scheid, não aceita usar dinheiro público para sua campanha. 

O candidato Adailton Fúria, do PSD, fica com a maior faria: 5 milhões de reais. É o postulante ao governo que, proporcionalmente, receberá os maiores recursos do partido, em nível nacional, porque o PSD  acredita nele para a sucessão de Marcos Rocha.

Com quase dois milhões a menos, o segundo em recursos para a campanha é Marcos Rogério, do PL. Hildon Chaves terá em torno de 3 milhões do União Brasil/Progressistas; Expedito Netto mais de 1 milhão e 800 mil e Pedro Abib um pouco mais de 1 milhão.

Até a terça-feira, Samuel Costa, do PSB, ainda não tinha recebido nada do seu partido. Ele é candidato ao Governo a fórceps, derrubando uma intervenção antidemocrático do diretório nacional. Pode ser que tenha que ir à Justiça novamente, para receber algum valor.

Do grupo de candidatos ao Senado, Silvia Cristina terá mais de 1 milhão e 100 mil, bem mais que o candidato ao Governo do MDB, Pedro Abib. Entre os que querem o Senado, Acir Gurgacz terá 3 milhões; Mariana Carvalho 2 milhões e Fernando Máximo um pouco mais de 1 milhão e 600 mil.

Luciana Oliveira, do PT, tem 1 milhão e 580 mil; Luiz Fernando, do PSB, 1 milhão; Aires Mota, do PV, 300 mil e Engenheiro Tulio, do Missão, 25 mil. Neidinha Suruí, do PSB, até agora só recebeu 100 mil reais do cineasta e herdeiro do Banco Itau, João Moreira Sales. Do partido, zero.

E Bruno Scheid, que usa Bolsonaro como nome do meio na sua campanha,  devidamente autorizado pelo ex-Presidente? Ele é exceção à regra. Decidiu não utilizar um só centavo de dinheiro público para sua campanha.

“Não vou usar. Este lance de dinheiro público, não cola muito com o que eu falo nos últimos seis anos. Eu acho que a palavra até convence, mas o que convence mesmo e arrasta é o exemplo”, afirmou a este Blog, ao confirmar que está fora do rateio da pequena fortuna de dinheiro, que está rolando nas campanhas.

Por enquanto, o valor disponível para todos os candidatos, em Rondônia, é de 27 milhões de reais. Candidatos à Câmara Federal ganharam um pouco mais, dependendo da sua posição, enquanto os que concorrem à Assembleia, com exceções importantes, vão fazer uma campanha paupérrima.

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