Vinicius Miguel destaca tecnologia na gestão ambiental da SEMA
Ex-secretário fala sobre papel da tecnologia para fortalecer a gestão ambiental, reduzir riscos e construir uma cidade mais resiliente diante das mudanças climáticas
Diante do avanço das mudanças climáticas e do aumento de eventos extremos em Porto Velho, a tecnologia se mostrou uma aliada estratégica. Enquanto esteve à frente da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMA), o ex-secretário Vinicius Miguel ampliou o uso de ferramentas de monitoramento, análise de dados e integração institucional para responder a desafios como queimadas, desmatamento e degradação da qualidade do ar.
Uma das principais frentes foi o fortalecimento do monitoramento ambiental, com acompanhamento mais preciso de focos de calor, áreas desmatadas e indicadores da qualidade do ar. Essas informações passaram a orientar ações em tempo mais ágil, permitindo a mobilização de equipes de fiscalização e o uso de medidas emergenciais para conter focos de incêndio.
Outro avanço importante foi a implantação do Escritório de Governança do programa União com Municípios, que inseriu a capital rondoniense em uma estratégia nacional de enfrentamento ao desmatamento. A iniciativa ampliou o acesso a bases de dados, sistemas de informação e ferramentas de planejamento, possibilitando uma atuação mais integrada com os governos estadual e federal.
“O uso da tecnologia muda a forma como o poder público atua. Passamos a trabalhar com mais precisão, antecipando riscos e planejando melhor as ações. Isso faz toda a diferença no enfrentamento dos problemas ambientais”, afirmou o ex-secretário.
A utilização de dados também se mostrou eficiente para melhorar as fiscalizações. Com informações mais detalhadas, a SEMA conseguiu direcionar operações para áreas críticas, intensificando o combate a práticas ilegais e ampliando a aplicação de penalidades. Além disso, a tecnologia foi integrada a políticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.
“Sai da secretaria com a convicção de que avançamos ao incorporar inteligência e dados na política ambiental. A tecnologia não substitui o trabalho em campo, mas potencializa resultados e torna as ações mais eficientes”, destaca Vinicius Miguel. Ele também ressalta que os desafios ambientais exigem continuidade nas políticas públicas e no uso de ferramentas inovadoras. “Porto Velho enfrenta uma nova realidade climática, com eventos cada vez mais extremos. A tecnologia é essencial para que possamos responder com rapidez, reduzir impactos e proteger a população”, afirmou.
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