A difícil missão de Confúcio e Gurgacz

O problema é que a maioria esmagadora do eleitorado rondoniense não quer papo com o PT. Isso para dizer o mínimo

Fonte: Valdemir Caldas - Publicada em 04 de março de 2026 às 13:23

A difícil missão de Confúcio e Gurgacz

Diz o jornal eletrônico Tudo Rondônia que o senador Confúcio Moura e o ex-senador Acir Gurgacz seriam as opções do Partido dos Trabalhadores para o Senado nas eleições que se aproximam. Adianto, desde já, aos que apostam nas possíveis candidaturas, que não será tarefa fácil. Confúcio e Acir vão precisar munir-se de coragem e determinação para superarem obstáculos praticamente intransponíveis, entre os quais o elevado nível de rejeição do PT no estado de Rondônia.

Prova disso pode ser observado na eleição presidencial de 2022, quando o candidato do PL, Jair Bolsonaro, teve 633.236 votos, ou seja, 70,66%, contra 262.904 votos, ou seja, 29,34%, do candidato petista, Luiz Inácio Lula da Silva. Tanto Confúcio quando Acir já se revelam bons puxadores de votos nas eleições das quais disputaram, porém, prestígio político não é perpétuo, nem pode ser privilégio de uns poucos. Novos tempos trazem novos estados sociais, novas necessidades e exigem novas representações políticas.

O problema não está nos nomes, mas no partido. O PT velho de guerra, de tantas lutas e batalhas, que abrigou em seus quadros nomes como Odair Cordeiro, Eduardo Valverde, José Neumar, entre outros personagens, foi completamente desfigurado em sua essência e objetividade por sucessivos escândalos de corrupção, patrocinados por dirigentes e membros da agremiação. Na eleição para a Câmara Municipal de Porto Velho, o partido não conseguiu sequer emplacar um vereador.

Cada pleito tem as suas peculiaridades. O resultado de uma eleição depende de muitos fatores, entre eles a estratégia e a eficiência dos partidos na execução de suas tarefas. O problema é que a maioria esmagadora do eleitorado rondoniense não quer papo com o PT. Isso para dizer o mínimo.     

A difícil missão de Confúcio e Gurgacz

O problema é que a maioria esmagadora do eleitorado rondoniense não quer papo com o PT. Isso para dizer o mínimo

Valdemir Caldas
Publicada em 04 de março de 2026 às 13:23
A difícil missão de Confúcio e Gurgacz

Diz o jornal eletrônico Tudo Rondônia que o senador Confúcio Moura e o ex-senador Acir Gurgacz seriam as opções do Partido dos Trabalhadores para o Senado nas eleições que se aproximam. Adianto, desde já, aos que apostam nas possíveis candidaturas, que não será tarefa fácil. Confúcio e Acir vão precisar munir-se de coragem e determinação para superarem obstáculos praticamente intransponíveis, entre os quais o elevado nível de rejeição do PT no estado de Rondônia.

Prova disso pode ser observado na eleição presidencial de 2022, quando o candidato do PL, Jair Bolsonaro, teve 633.236 votos, ou seja, 70,66%, contra 262.904 votos, ou seja, 29,34%, do candidato petista, Luiz Inácio Lula da Silva. Tanto Confúcio quando Acir já se revelam bons puxadores de votos nas eleições das quais disputaram, porém, prestígio político não é perpétuo, nem pode ser privilégio de uns poucos. Novos tempos trazem novos estados sociais, novas necessidades e exigem novas representações políticas.

O problema não está nos nomes, mas no partido. O PT velho de guerra, de tantas lutas e batalhas, que abrigou em seus quadros nomes como Odair Cordeiro, Eduardo Valverde, José Neumar, entre outros personagens, foi completamente desfigurado em sua essência e objetividade por sucessivos escândalos de corrupção, patrocinados por dirigentes e membros da agremiação. Na eleição para a Câmara Municipal de Porto Velho, o partido não conseguiu sequer emplacar um vereador.

Cada pleito tem as suas peculiaridades. O resultado de uma eleição depende de muitos fatores, entre eles a estratégia e a eficiência dos partidos na execução de suas tarefas. O problema é que a maioria esmagadora do eleitorado rondoniense não quer papo com o PT. Isso para dizer o mínimo.     

Comentários

  • 1
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    Antonio Carlos Cruz Veiga 06/03/2026

    Vão morrer abraçados, olha lá se o PT consegue manter a única cadeira que tem na assembleia.

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    Carlos Henrique 05/03/2026

    Respeito o autor e seu direito à própria opinião. Mas sou forçado a observar que a conclusão passa longe de qualquer componente lógico. Simplesmente porque lastreada por premissas falsas, muito coinvenientemente adotadas. Como assim o PT "não conseguiu sequer emplacar um vereador em Porto Velho" - como se isso tivesse nada a ver com a monumental conjuminação de forças que se aninhou junto à campanha de Mariana Carvalho? A julgar, então, pela eleição de 2024, o PT estará plenamente credenciado a disputar as eleições majoritárias, pois que elegeu o prefeito da capital, em cuja chapa lá estava a vice petista Magna dos Anjos Queiroz. Pois não?

  • 3
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    Alba 05/03/2026

    Para mim o que importa é a pessoa e a sigla partidária é apenas uma sigla. Confúcio e Acir são pessoas renomadas em Rondônia.

  • 4
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    Eu 04/03/2026

    Se os quase 30 % que votaram no PT nas eleições presidenciais votarem no Confúcio (o que é bem possível) mais os votos que ele pode tirar de eleitores da direita, tem grande chance de ele ser o mais votado. A esquerda não vai dividir votos ( porque nem tem nomes). Já a direita se a metade dos pré candidatos realmente confirmarem sua candidatura vai ter muita divisão de votos e podem se complicar. Aposto que elege Silvia Cristina e Confúcio. Não que os dois sejam meus candidatos

  • 5
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    [email protected] 04/03/2026

    SÓ DE RONDÔNIA EU E MINHA FAMÍLIA VAMOS DE SENADOR Confúcio Moura

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