Casa da Mulher amplia oportunidades de trabalho

Integração entre rede de proteção e empresas terceirizadas amplia perspectivas de renda para mulheres acompanhadas pelos serviços de atendimento

Fonte: Texto: Jhon Silva Fotos: Arquivo - Publicada em 16 de junho de 2026 às 08:52

Casa da Mulher amplia oportunidades de trabalho

Iniciativa contribui para a criação de ambientes mais inclusivos e comprometidos com a igualdade de oportunidades

A busca por autonomia financeira é um dos maiores desafios enfrentados por mulheres que tentam reconstruir suas vidas após situações de violência ou vulnerabilidade social. Muitas delas precisam recomeçar do zero, enfrentando dificuldades para ingressar no mercado de trabalho justamente no momento em que mais necessitam de estabilidade e segurança.

Pensando nessa realidade, uma das iniciativas que irá fortalecer a atuação da futura Casa da Mulher Brasileira em Porto Velho é a legislação que permite priorizar mulheres atendidas pela rede de proteção em processos seletivos realizados por empresas terceirizadas que prestam serviços ao município.

A medida se soma ao conjunto de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da autonomia feminina e cria novas possibilidades para que mulheres em situação de vulnerabilidade tenham acesso ao emprego formal e à geração de renda.

Segundo Anne Cleyanne, a nova legislação cria um elo entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município

A Casa da Mulher Brasileira, que será construída na Avenida Guaporé com a Rua Atlas, no bairro Três Marias, zona Leste da capital, foi planejada para oferecer atendimento integrado às mulheres vítimas de violência. Além dos serviços de acolhimento, apoio psicológico, assistência social, orientação jurídica e suporte policial, o espaço também terá papel importante na promoção da independência financeira das mulheres atendidas.

Segundo a coordenadora municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (CPPM), Anne Cleyanne, a nova legislação cria um elo entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município, ampliando as oportunidades para quem busca reconstruir a própria vida. “A legislação estabelece que empresas contratadas pela Prefeitura poderão reservar ou priorizar parte de suas vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade social, especialmente aquelas atendidas pela rede de proteção. Isso permite que mulheres acompanhadas pelos serviços municipais e estaduais tenham mais acesso às oportunidades de trabalho e consigam iniciar um novo ciclo com mais segurança e independência”.

Para Léo Moraes, a iniciativa é uma forma de transformar proteção em oportunidade

A coordenadora destaca que a iniciativa envolve diversos órgãos que já atuam diretamente no atendimento às mulheres, criando uma rede capaz de identificar perfis e encaminhar candidatas para processos seletivos. “Na prática, essa política cria uma parceria entre a rede de atendimento à mulher e os setores responsáveis pelos contratos municipais. As empresas passam a ter acesso a mulheres que já são acompanhadas por serviços como Cras, Creas, Cram, Delegacia Especializada, Defensoria Pública e também pelo programa Mulher Protegida. Isso facilita o encaminhamento para vagas e amplia as possibilidades de inserção no mercado de trabalho”.

Além de gerar oportunidades, a medida também fortalece a responsabilidade social das empresas que mantêm contratos com a administração municipal.

Ao aproximar empregadores de mulheres que estão reconstruindo suas trajetórias, a iniciativa contribui para a criação de ambientes mais inclusivos e comprometidos com a igualdade de oportunidades.

A expectativa é que a futura Casa da Mulher Brasileira funcione como uma porta de entrada para esse processo, reunindo informações, orientações e encaminhamentos que facilitem o acesso das mulheres aos programas sociais, cursos de qualificação e oportunidades de emprego disponíveis no município.

Para o prefeito Léo Moraes, criar mecanismos que aproximem mulheres em situação de vulnerabilidade do mercado de trabalho é uma forma de transformar proteção em oportunidade. “Garantir acolhimento é fundamental, mas oferecer condições para que essas mulheres reconstruam suas vidas é igualmente importante. Quando criamos oportunidades de emprego e renda, estamos ajudando mulheres a conquistarem autonomia, segurança e dignidade. Essa integração entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município é mais uma ferramenta para fortalecer essa transformação social que queremos para Porto Velho”.

Casa da Mulher amplia oportunidades de trabalho

Integração entre rede de proteção e empresas terceirizadas amplia perspectivas de renda para mulheres acompanhadas pelos serviços de atendimento

Texto: Jhon Silva Fotos: Arquivo
Publicada em 16 de junho de 2026 às 08:52
Casa da Mulher amplia oportunidades de trabalho

Iniciativa contribui para a criação de ambientes mais inclusivos e comprometidos com a igualdade de oportunidades

A busca por autonomia financeira é um dos maiores desafios enfrentados por mulheres que tentam reconstruir suas vidas após situações de violência ou vulnerabilidade social. Muitas delas precisam recomeçar do zero, enfrentando dificuldades para ingressar no mercado de trabalho justamente no momento em que mais necessitam de estabilidade e segurança.

Pensando nessa realidade, uma das iniciativas que irá fortalecer a atuação da futura Casa da Mulher Brasileira em Porto Velho é a legislação que permite priorizar mulheres atendidas pela rede de proteção em processos seletivos realizados por empresas terceirizadas que prestam serviços ao município.

A medida se soma ao conjunto de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da autonomia feminina e cria novas possibilidades para que mulheres em situação de vulnerabilidade tenham acesso ao emprego formal e à geração de renda.

Segundo Anne Cleyanne, a nova legislação cria um elo entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município

A Casa da Mulher Brasileira, que será construída na Avenida Guaporé com a Rua Atlas, no bairro Três Marias, zona Leste da capital, foi planejada para oferecer atendimento integrado às mulheres vítimas de violência. Além dos serviços de acolhimento, apoio psicológico, assistência social, orientação jurídica e suporte policial, o espaço também terá papel importante na promoção da independência financeira das mulheres atendidas.

Segundo a coordenadora municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (CPPM), Anne Cleyanne, a nova legislação cria um elo entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município, ampliando as oportunidades para quem busca reconstruir a própria vida. “A legislação estabelece que empresas contratadas pela Prefeitura poderão reservar ou priorizar parte de suas vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade social, especialmente aquelas atendidas pela rede de proteção. Isso permite que mulheres acompanhadas pelos serviços municipais e estaduais tenham mais acesso às oportunidades de trabalho e consigam iniciar um novo ciclo com mais segurança e independência”.

Para Léo Moraes, a iniciativa é uma forma de transformar proteção em oportunidade

A coordenadora destaca que a iniciativa envolve diversos órgãos que já atuam diretamente no atendimento às mulheres, criando uma rede capaz de identificar perfis e encaminhar candidatas para processos seletivos. “Na prática, essa política cria uma parceria entre a rede de atendimento à mulher e os setores responsáveis pelos contratos municipais. As empresas passam a ter acesso a mulheres que já são acompanhadas por serviços como Cras, Creas, Cram, Delegacia Especializada, Defensoria Pública e também pelo programa Mulher Protegida. Isso facilita o encaminhamento para vagas e amplia as possibilidades de inserção no mercado de trabalho”.

Além de gerar oportunidades, a medida também fortalece a responsabilidade social das empresas que mantêm contratos com a administração municipal.

Ao aproximar empregadores de mulheres que estão reconstruindo suas trajetórias, a iniciativa contribui para a criação de ambientes mais inclusivos e comprometidos com a igualdade de oportunidades.

A expectativa é que a futura Casa da Mulher Brasileira funcione como uma porta de entrada para esse processo, reunindo informações, orientações e encaminhamentos que facilitem o acesso das mulheres aos programas sociais, cursos de qualificação e oportunidades de emprego disponíveis no município.

Para o prefeito Léo Moraes, criar mecanismos que aproximem mulheres em situação de vulnerabilidade do mercado de trabalho é uma forma de transformar proteção em oportunidade. “Garantir acolhimento é fundamental, mas oferecer condições para que essas mulheres reconstruam suas vidas é igualmente importante. Quando criamos oportunidades de emprego e renda, estamos ajudando mulheres a conquistarem autonomia, segurança e dignidade. Essa integração entre a rede de proteção e as empresas contratadas pelo município é mais uma ferramenta para fortalecer essa transformação social que queremos para Porto Velho”.

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