Detentos do presídio Ênio Pinheiro são imunizados em Porto Velho

Dando continuidade ao calendário de vacinação anual, o Mutirão de Saúde chega ao Presídio Ênio Pinheiro, beneficiando 296 presos com vacinação e atendimentos médicos

Anayr Celina Fotos: Daiane Mendonça
Publicada em 11 de setembro de 2019 às 10:27
Detentos do presídio Ênio Pinheiro são imunizados em Porto Velho

Os detentos do Presidio Ênio Pinheiro foram vacinados contra Hepatite B, Tríplice Viral, Febre Amarela, entre outras doenças.

O trabalho de imunização é resultado da parceria entre as Secretarias Estadual de Justiça (Sejus), Saúde (Sesau) e Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), que visa proteger apenados e servidores do sistema prisional de doenças infectocontagiosas. Cerca de 296 apenados foram vacinados dentro do Presídio Ênio Pinheiro, em Porto Velho. Segundo Darllen Quellen, uma das coordenadoras, esta já é a segunda edição do mutirão de saúde anual, realizado nas unidades.

“Além da imunização, estamos ofertando atendimentos médicos com especialistas fornecidos pela Policlínica Oswaldo Cruz, atendendo, dessa forma, os reeducandos do sistema prisional masculino e feminino, com oferta de preventivos”, destacou a coordenadora.

O diretor segura nas mãos o tapete fabricado pelos detentos do presídio.

Ainda segundo Darllen, no início do ano foram ofertadas vacinas contra a gripe. Desta vez são vacinas contra a tríplice viral, Hepatite B, Febre amarela entre outras, presentes no calendário adulto.

Para o diretor administrativo do Presídio Ênio Pinheiro, a ação é de grande importância, devido ao número de pessoas que circulam no local. “Essa ação evita que venhamos levar os presos para as unidades, o que gera economia de tempo e recursos. Além da rapidez na imunização”, ressaltou.

Além da saúde, ele explica que o governo também se preocupa com as atividades desenvolvidas dentro da unidade. “Os apenados trabalham com a fabricação de artesanatos, fabricação de bolas, redes, corte e costura, fabricação de uniformes escolares, e com a saúde em dia, os eles conseguem desenvolver as atividades normalmente, o que contribui com a ressocialização deles e ainda ajuda na renda dos familiares”, acrescentou.

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