Fórum apresenta estratégias para Porto Velho até 2050

Planejamento reúne 104 ações e projetos voltados à produção, infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia e qualidade de vida

Fonte: Texto: Jhon Silva Fotos: Erisson Soares Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) - Publicada em 29 de agosto de 2026 às 12:19

Fórum apresenta estratégias para Porto Velho até 2050

Segundo Larissa Ananda, da Semec, a proposta é orientar decisões atuais com foco nos resultados futuros

Os caminhos para o crescimento de Porto Velho nas próximas décadas foram apresentados e debatidos neste sábado (29), durante o Fórum de Desenvolvimento e Sustentabilidade, realizado no Auditório do Prédio do Relógio. O encontro reuniu representantes da gestão municipal e de diferentes setores para discutir prioridades capazes de orientar o desenvolvimento da capital até 2050.

Um dos principais momentos foi o lançamento do Plano de Ação Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável (PAEDS-PVH 2030–2050). A ferramenta reúne 104 ações e busca orientar políticas públicas e investimentos a partir das características, necessidades e potencialidades do município.

De acordo com Larissa Ananda, secretária executiva de Planejamento da Semec, a proposta é estabelecer uma visão que permita à administração tomar decisões no presente considerando os resultados esperados para o futuro.

“Estamos discutindo o que queremos para Porto Velho entre 2030 e 2050. É um planejamento de longo prazo que envolve agricultura, desenvolvimento sustentável, bioeconomia, meio ambiente, infraestrutura e tecnologia. A partir disso, conseguimos direcionar melhor nossas estratégias”, explicou Larissa.

Para Valdir, as dimensões territoriais de Porto Velho tornam o planejamento ainda mais necessário

O plano é resultado de um trabalho desenvolvido entre 2024 e 2026, em parceria com a Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar), com diagnósticos territoriais e consultas públicas realizadas tanto na área urbana quanto nos distritos.

Entre as ações, cinco projetos foram definidos como prioritários: integração logística e industrial, estruturação dos distritos, fortalecimento da agropecuária, recuperação de igarapés pelo projeto Caminho das Águas e criação do Porto Digital Amazônico, voltado à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

Para Valdir Vargas, diretor de Desenvolvimento e Sustentabilidade da ARDPV, as dimensões territoriais de Porto Velho tornam o planejamento ainda mais necessário.

“Temos desafios muito grandes de logística, organização das cadeias produtivas e políticas públicas. O PAEDS nos ajuda a estabelecer prioridades e ser mais assertivos, criando também um ambiente preparado para quem quer produzir, empreender e gerar desenvolvimento”.

Rodrigo ressaltou que a disponibilidade de informações poderá contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos públicos

A estratégia também contempla o fortalecimento da produção rural. O secretário-adjunto municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Rodrigo, ressaltou que a disponibilidade de informações poderá contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos públicos.

“Quando temos dados e números, conseguimos ser mais precisos. O plano vai auxiliar na diversificação da produção, no aumento da renda do produtor e na construção de informações sobre a nossa agricultura, permitindo decisões e investimentos mais assertivos”, afirmou Rodrigo.

Para o prefeito Léo Moraes, o planejamento de longo prazo permite organizar as potencialidades do município e transformá-las em resultados. “Porto Velho tem uma dimensão e uma diversidade que exigem planejamento. Estamos construindo uma direção para o crescimento da cidade, valorizando nossas vocações e buscando desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida para quem está na área urbana e também nos distritos”.

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Planejamento reúne 104 ações e projetos voltados à produção, infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia e qualidade de vida

Texto: Jhon Silva Fotos: Erisson Soares Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Publicada em 29 de agosto de 2026 às 12:19
Fórum apresenta estratégias para Porto Velho até 2050

Segundo Larissa Ananda, da Semec, a proposta é orientar decisões atuais com foco nos resultados futuros

Os caminhos para o crescimento de Porto Velho nas próximas décadas foram apresentados e debatidos neste sábado (29), durante o Fórum de Desenvolvimento e Sustentabilidade, realizado no Auditório do Prédio do Relógio. O encontro reuniu representantes da gestão municipal e de diferentes setores para discutir prioridades capazes de orientar o desenvolvimento da capital até 2050.

Um dos principais momentos foi o lançamento do Plano de Ação Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável (PAEDS-PVH 2030–2050). A ferramenta reúne 104 ações e busca orientar políticas públicas e investimentos a partir das características, necessidades e potencialidades do município.

De acordo com Larissa Ananda, secretária executiva de Planejamento da Semec, a proposta é estabelecer uma visão que permita à administração tomar decisões no presente considerando os resultados esperados para o futuro.

“Estamos discutindo o que queremos para Porto Velho entre 2030 e 2050. É um planejamento de longo prazo que envolve agricultura, desenvolvimento sustentável, bioeconomia, meio ambiente, infraestrutura e tecnologia. A partir disso, conseguimos direcionar melhor nossas estratégias”, explicou Larissa.

Para Valdir, as dimensões territoriais de Porto Velho tornam o planejamento ainda mais necessário

O plano é resultado de um trabalho desenvolvido entre 2024 e 2026, em parceria com a Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar), com diagnósticos territoriais e consultas públicas realizadas tanto na área urbana quanto nos distritos.

Entre as ações, cinco projetos foram definidos como prioritários: integração logística e industrial, estruturação dos distritos, fortalecimento da agropecuária, recuperação de igarapés pelo projeto Caminho das Águas e criação do Porto Digital Amazônico, voltado à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

Para Valdir Vargas, diretor de Desenvolvimento e Sustentabilidade da ARDPV, as dimensões territoriais de Porto Velho tornam o planejamento ainda mais necessário.

“Temos desafios muito grandes de logística, organização das cadeias produtivas e políticas públicas. O PAEDS nos ajuda a estabelecer prioridades e ser mais assertivos, criando também um ambiente preparado para quem quer produzir, empreender e gerar desenvolvimento”.

Rodrigo ressaltou que a disponibilidade de informações poderá contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos públicos

A estratégia também contempla o fortalecimento da produção rural. O secretário-adjunto municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Rodrigo, ressaltou que a disponibilidade de informações poderá contribuir para uma utilização mais eficiente dos recursos públicos.

“Quando temos dados e números, conseguimos ser mais precisos. O plano vai auxiliar na diversificação da produção, no aumento da renda do produtor e na construção de informações sobre a nossa agricultura, permitindo decisões e investimentos mais assertivos”, afirmou Rodrigo.

Para o prefeito Léo Moraes, o planejamento de longo prazo permite organizar as potencialidades do município e transformá-las em resultados. “Porto Velho tem uma dimensão e uma diversidade que exigem planejamento. Estamos construindo uma direção para o crescimento da cidade, valorizando nossas vocações e buscando desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida para quem está na área urbana e também nos distritos”.

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