Videoclipes de artistas de Porto Velho estreiam no cinema

O evento apresentará quatro videoclipes de artistas da capital rondoniense, seguidos de um bate-papo com os intérpretes e realizadores das obras

Fonte: Zenital Produções - Publicada em 16 de março de 2026 às 14:25

Videoclipes de artistas de Porto Velho estreiam no cinema

A cidade de Porto Velho recebe no dia 21 de março uma sessão especial dedicada à produção musical e audiovisual local. O evento apresentará quatro videoclipes de artistas da capital rondoniense, seguidos de um bate-papo com os intérpretes e realizadores das obras.

Embora já estejam disponíveis na internet, será a primeira vez que os clipes serão exibidos em formato cinematográfico e com a presença dos artistas, proporcionando ao público uma experiência ampliada de fruição e diálogo sobre os processos criativos.

A sessão reúne os videoclipes “Hoje eu vou de Lacoste”, de Mc Lin da ZL, “Ano que Vem”, de Onfroy, “Sozinho”, de  Vulgo MS e “Muleke Invisível” de Mariadri. As obras têm em comum o diálogo com o funk consciente, trazendo narrativas que refletem os sonhos, os desafios e as experiências de jovens das periferias de Porto Velho.

Produzidos com recursos do Edital nº 001/2024/SEJUCEL/SIEC – Lei Paulo Gustavo, os projetos reforçam o papel das políticas públicas de cultura no fortalecimento da produção audiovisual independente em Rondônia, possibilitando que artistas locais transformem suas vivências em obras de alcance público.

Cada videoclipe apresenta uma perspectiva particular sobre a realidade periférica. Em “Hoje eu vou de Lacoste”, combina o funk ostentação com uma abordagem consciente para retratar os desafios e as aspirações da juventude da zona leste da cidade. “Ano que Vem” acompanha a trajetória de um jovem trabalhador de obra que sonha em se tornar artista de funk, abordando perseverança e esperança em meio às dificuldades sociais. Já “Sozinho” propõe uma reflexão sobre solidão, materialismo e autenticidade em uma sociedade marcada por aparências. Encerrando a sessão, “Muleke Invisível”, apresenta um manifesto sobre a invisibilidade social vivida por jovens das periferias, transformando a experiência cotidiana em expressão artística.

Além da exibição dos clipes, o evento contará com um bate-papo com os artistas, abrindo espaço para discutir os processos de criação, as histórias por trás das obras e o papel do funk como linguagem cultural e ferramenta de transformação social.

O evento acontecerá no Espaço Tapiri, situado à rua Franklin Tavares, 1353, Pedrinhas.

Videoclipes de artistas de Porto Velho estreiam no cinema

O evento apresentará quatro videoclipes de artistas da capital rondoniense, seguidos de um bate-papo com os intérpretes e realizadores das obras

Zenital Produções
Publicada em 16 de março de 2026 às 14:25
Videoclipes de artistas de Porto Velho estreiam no cinema

A cidade de Porto Velho recebe no dia 21 de março uma sessão especial dedicada à produção musical e audiovisual local. O evento apresentará quatro videoclipes de artistas da capital rondoniense, seguidos de um bate-papo com os intérpretes e realizadores das obras.

Embora já estejam disponíveis na internet, será a primeira vez que os clipes serão exibidos em formato cinematográfico e com a presença dos artistas, proporcionando ao público uma experiência ampliada de fruição e diálogo sobre os processos criativos.

A sessão reúne os videoclipes “Hoje eu vou de Lacoste”, de Mc Lin da ZL, “Ano que Vem”, de Onfroy, “Sozinho”, de  Vulgo MS e “Muleke Invisível” de Mariadri. As obras têm em comum o diálogo com o funk consciente, trazendo narrativas que refletem os sonhos, os desafios e as experiências de jovens das periferias de Porto Velho.

Produzidos com recursos do Edital nº 001/2024/SEJUCEL/SIEC – Lei Paulo Gustavo, os projetos reforçam o papel das políticas públicas de cultura no fortalecimento da produção audiovisual independente em Rondônia, possibilitando que artistas locais transformem suas vivências em obras de alcance público.

Cada videoclipe apresenta uma perspectiva particular sobre a realidade periférica. Em “Hoje eu vou de Lacoste”, combina o funk ostentação com uma abordagem consciente para retratar os desafios e as aspirações da juventude da zona leste da cidade. “Ano que Vem” acompanha a trajetória de um jovem trabalhador de obra que sonha em se tornar artista de funk, abordando perseverança e esperança em meio às dificuldades sociais. Já “Sozinho” propõe uma reflexão sobre solidão, materialismo e autenticidade em uma sociedade marcada por aparências. Encerrando a sessão, “Muleke Invisível”, apresenta um manifesto sobre a invisibilidade social vivida por jovens das periferias, transformando a experiência cotidiana em expressão artística.

Além da exibição dos clipes, o evento contará com um bate-papo com os artistas, abrindo espaço para discutir os processos de criação, as histórias por trás das obras e o papel do funk como linguagem cultural e ferramenta de transformação social.

O evento acontecerá no Espaço Tapiri, situado à rua Franklin Tavares, 1353, Pedrinhas.

Comentários

    Seja o primeiro a comentar

Envie seu Comentário

 

Envie Comentários utilizando sua conta do Facebook