Alero realiza ato contra feminicídio
Ato da Procuradoria Especial da Mulher chama a atenção para 10.327 ocorrências de violência em Rondônia em 2025
Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) (Foto: Thyago Lorentz l Secom ALE/RO)
Em um gesto de luto e apelo por justiça, a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), por meio da Procuradoria Especial da Mulher (PEM), promoveu nesta terça-feira (9) o movimento denominado “Flash Mob” nas escadarias do prédio. O evento, que teve como tema “Por todas que não voltaram”, reuniu servidores e a população para lembrar das vítimas de feminicídio.
Movimento denominado “Flash Mob” nas escadarias do prédio (Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO)
Ao fazer uso da palavra, a deputada estadual e procuradora especial da Mulher, Ieda Chaves (União Brasil), enfatizou que “não é um simples ato, é um grito coletivo, um chamado por respeito, por direitos e por justiça”.
Deputada estadual Ieda Chaves nas escadarias do predio da Assembleia Legislativa de Rondônia (Foto: Divulgação)
“Nós estamos aqui para lembrar que todas as mulheres que não voltaram precisam ser lembradas, honradas e protegidas na nossa atuação política. Cada passo que damos, cada luta que travamos, cada lei que defendemos tem o objetivo de impedir que outras histórias sejam interrompidas,” declarou.
O ato buscou sensibilizar a população com dados alarmantes (Foto: Divulgação)
Como parlamentar ativa no combate à violência contra o sexo feminino, Ieda Chaves reiterou seu compromisso: “Eu sigo trabalhando todos os dias para fortalecer políticas públicas, ampliar a rede de proteção e garantir que nenhuma mulher esteja sozinha”.
Os dados
O ato buscou sensibilizar a população com dados alarmantes. Segundo o Observatório de Segurança Pública, da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (Sesdec), foram registradas 10.327 ocorrências de violência contra a mulher no estado entre 1º de janeiro e 3 de novembro de 2025.
Escadarias do prédio da Assembleia Legislativa de Rondonia (Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO)
A procuradora destacou a dimensão humana por trás dos números. “Esse número não é apenas uma estatística. Ele tem nome, tem rosto, tem dor. Cada registro representa uma mulher que precisou pedir socorro, proteção, acolhimento… e, muitas vezes, não encontrou a tempo”.
Ato silencioso
Ao final do protesto, mulheres e homens vestidos de preto e que retiraram seus calçados, uniram-se em um apelo incisivo: “Violência não é destino. Violência é crime. Nenhuma a menos!”
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