Chiquinho da Emater manifesta indignação por restrição emitida aos professores

Seduc informou que a alimentação escolar é exclusiva para os alunos matriculados.

Laila Moraes - DECOM/ALE/Foto: José Hilde
Publicada em 13 de março de 2019 às 15:50
Chiquinho da Emater manifesta indignação por restrição emitida aos professores

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (13), o deputado Chiquinho da Emater (PSB) questionou o memorando circular da Secretaria de Estado da Educação que restringe a alimentação escolar exclusivamente a alunos matriculados nas unidades escolares da rede estadual, ficando de fora da alimentação os diretores, professores e demais funcionários da unidade escolar. 

“É um absurdo não querer que o professor merende na escola. Não sei de onde o secretário tirou essa Lei. Os professores já ganham tão pouco e ainda são proibidos de fazer suas refeições nas escolas. Precisamos verificar essa situação e verificar de qual forma podemos ajudar”, indagou Chiquinho. 

Outro ponto abordado pelo deputado foi a necessidade de instalar uma Central de Abastecimento (Ceasa) em Porto Velho para suprir o déficit de 70% de hortifrutigranjeiros. “Hoje só conseguimos comprar da nossa agricultura familiar 30%. Temos três grandes mercados, Porto Velho, Manaus e Rio Branco, mas não temos uma central. Estive com o prefeito e falei dos benefícios que a instalação do Ceasa pode trazer para a nossa economia”, diz o deputado. 

Segundo o parlamentar, a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento e Regularização Fundiária (Seagri), já tem um projeto quase pronto para alavancar recursos com o Ministério da Agricultura. 

Como presidente da Comissão de Indústria e Comércio, Chiquinho ressaltou também que os deputados precisam unir forças para trazer industrias para Porto Velho. “Nossa capital precisa de muitos empregos e o setor público não tem como absorver essas vagas”, finaliza.

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Comentários

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    Helio 14/03/2019

    Caríssimo, este é um tema de certa forma polêmico, que precisa ser visto com bom senso, pois o governo garante aos servidores um auxilio alimentação o qual deveria ser usado pelo servidor durante o mês no suprimento de sua alimentação diária, sem que ele tenha que recorrer à merenda escolar.

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